MEDO – Um gigante que
pode ser vencido!
Supere-o com atitudes corajosas. A coragem não é ausência de medo, mas a superação do medo.
“No amor não há medo. Antes o perfeito amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento. Aquele que teme não é aperfeiçoado em amor”. (1 Jo 4:18)
1) Definindo o que é “Medo”. O Dr. David Kornfield define o medo como: “um desejo sufocante de nos esconder, defender-nos ou fugir de algo ou alguém que nos incomoda ou nos ameaça”.
2) Quais são as conseqüências na vida de uma pessoa dominada pelo medo: 1) O medo ofusca a visão; 2) O medo paralisa; 3) O medo provoca o isolamento da pessoa; 4) O medo provoca um desgaste emocional; 5) O medo pode levar a pessoa a perder o contato com a realidade; 6) O medo pode bloquear emocionalmente.
3) Superando o medo.
1. Desenvolva sua fé em Deus (1 Jo 5:4). “Fé é coragem!”
2. Encha-se de amor (1 Jo 4:18). “No amor não há medo”.
3. Não tire os olhos do Senhor (Hb 12:2).
4. Use a armadura de Deus (Ef 6:11-18).
5. Use a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6:17).
6. Descanse naquilo que a Bíblia diz: “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio”. (Sl 91:1,2)
Disse Oliver Wendel Holmes: “O que se encontra atrás de nós e o que se encontra à frente são problemas menores, comparados com o que existe dentro de nós”.
/Pregado- 17/7/08 V.G.SUL
Sou Pr da Igreja do Nazareno em Vargem Grande do Sul. Aqui você vai encontrar meditações que vai encher o seu coração de paz.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
MEDO – Um gigante que
pode ser vencido!
Supere-o com atitudes corajosas. A coragem não é ausência de medo, mas a superação do medo.
“No amor não há medo. Antes o perfeito amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento. Aquele que teme não é aperfeiçoado em amor”. (1 Jo 4:18)
1) Definindo o que é “Medo”. O Dr. David Kornfield define o medo como: “um desejo sufocante de nos esconder, defender-nos ou fugir de algo ou alguém que nos incomoda ou nos ameaça”.
2) Quais são as conseqüências na vida de uma pessoa dominada pelo medo: 1) O medo ofusca a visão; 2) O medo paralisa; 3) O medo provoca o isolamento da pessoa; 4) O medo provoca um desgaste emocional; 5) O medo pode levar a pessoa a perder o contato com a realidade; 6) O medo pode bloquear emocionalmente.
3) Superando o medo.
1. Desenvolva sua fé em Deus (1 Jo 5:4). “Fé é coragem!”
2. Encha-se de amor (1 Jo 4:18). “No amor não há medo”.
3. Não tire os olhos do Senhor (Hb 12:2).
4. Use a armadura de Deus (Ef 6:11-18).
5. Use a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6:17).
6. Descanse naquilo que a Bíblia diz: “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio”. (Sl 91:1,2)
Disse Oliver Wendel Holmes: “O que se encontra atrás de nós e o que se encontra à frente são problemas menores, comparados com o que existe dentro de nós”.
/Pregado- 17/7/08 V.G.SUL
pode ser vencido!
Supere-o com atitudes corajosas. A coragem não é ausência de medo, mas a superação do medo.
“No amor não há medo. Antes o perfeito amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento. Aquele que teme não é aperfeiçoado em amor”. (1 Jo 4:18)
1) Definindo o que é “Medo”. O Dr. David Kornfield define o medo como: “um desejo sufocante de nos esconder, defender-nos ou fugir de algo ou alguém que nos incomoda ou nos ameaça”.
2) Quais são as conseqüências na vida de uma pessoa dominada pelo medo: 1) O medo ofusca a visão; 2) O medo paralisa; 3) O medo provoca o isolamento da pessoa; 4) O medo provoca um desgaste emocional; 5) O medo pode levar a pessoa a perder o contato com a realidade; 6) O medo pode bloquear emocionalmente.
3) Superando o medo.
1. Desenvolva sua fé em Deus (1 Jo 5:4). “Fé é coragem!”
2. Encha-se de amor (1 Jo 4:18). “No amor não há medo”.
3. Não tire os olhos do Senhor (Hb 12:2).
4. Use a armadura de Deus (Ef 6:11-18).
5. Use a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6:17).
6. Descanse naquilo que a Bíblia diz: “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio”. (Sl 91:1,2)
Disse Oliver Wendel Holmes: “O que se encontra atrás de nós e o que se encontra à frente são problemas menores, comparados com o que existe dentro de nós”.
/Pregado- 17/7/08 V.G.SUL
Como bater, pedir e buscar
Texto – Mateus 7.7-11
Int- Luc. 18-2 Havia em uma cidade certo juiz que não
No dicionário a palavra pedir significa: Rogar que conceda, suplicar, requerer etc.
Jesus nos ensina que devemos pedir algo quando necessitamos mais ele nos alertar que devemos persistir em buscar de Deus.
1 - Porque muitas vezes não recebemos aquilo que desejamos? Tg 4.1-7
A – não pedimos
B – pedimos as coisas erradas ou por motivos errados
C – Não sabemos pedir. Rm 8.26 porque não sabemos o que havemos de pedir como convém mas o Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Alguns requisitos necessários para Jesus atender nossos pedidos- João 15
1 – Permanecer nele. Jo. 15.7- se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecei em vos pedirei o que quiser e ele vos concedera
2 – Guardar seus mandamentos. Jo. 15.10 / 1Jo3.22
3 – Fazer tudo segundo sua vontade. Jo. 15.14
4 – Devemos ter confiança nele. 1Jo.5.14 – esta é a confiança que temos nele que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade ele nos ouve.
Conclusão
Ef 3.20 – Aquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos segundo o poder que opera em nós.
Texto – Mateus 7.7-11
Int- Luc. 18-2 Havia em uma cidade certo juiz que não
No dicionário a palavra pedir significa: Rogar que conceda, suplicar, requerer etc.
Jesus nos ensina que devemos pedir algo quando necessitamos mais ele nos alertar que devemos persistir em buscar de Deus.
1 - Porque muitas vezes não recebemos aquilo que desejamos? Tg 4.1-7
A – não pedimos
B – pedimos as coisas erradas ou por motivos errados
C – Não sabemos pedir. Rm 8.26 porque não sabemos o que havemos de pedir como convém mas o Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Alguns requisitos necessários para Jesus atender nossos pedidos- João 15
1 – Permanecer nele. Jo. 15.7- se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecei em vos pedirei o que quiser e ele vos concedera
2 – Guardar seus mandamentos. Jo. 15.10 / 1Jo3.22
3 – Fazer tudo segundo sua vontade. Jo. 15.14
4 – Devemos ter confiança nele. 1Jo.5.14 – esta é a confiança que temos nele que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade ele nos ouve.
Conclusão
Ef 3.20 – Aquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos segundo o poder que opera em nós.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Deus esta com voçê no vale da sobra da morte
Texto – Sl 23.4 Ainda que eu andasse pelo vale da sobra da morte, não temeria mal algum, porque tu estas comigo.
Intr- O vale da sombra da morte lança uma sombra assustadora sobre nós, porque somos completamente impotente contra ela. Elias experimentou as profundezas desse vale, depois de suas grande vitórias espirituais: a derrota dos profetas de baal e a resposta de sua oração para chover.
1 - Quando entramos nesse vale nossa primeira atitude é :
A – Desacreditar em Deus e fugir. V19.1-3
B – Nessa fuga acabamos sempre entrando no deserto sem Deus. V 4
C – No deserto a sobra que sempre nos acompanha e o desanimo. V4
2 – Quando entramos nesse vale a atitude de Deus é:
A – Ir ou mandar um anjo nos confortar. V5-7
B – Com a força do alimento espiritual caminhamos mais um pouco. V8
3 – Mesmo com toda ajuda espirituais que temos muitas vezes o vale e tão grande que logo saímos debaixo de um ZIMBRO V5 e entramos em uma caverna..v9
Mesmo dentro de uma caverna Deus fala com você .
Muitos pensam que Deus vai falar com ele
A – Em um forte vento.V11
B – Em um terremoto . v11
C – No fogo. V12
Deus tem suas varias maneiras de falar com você e hoje pode ser com sua voz mansa e delicada. V12
Conclusão
Deus diz pra você hoje que ele tem varias meios de te salvar. V 15-17
- Ele diz pra você hoje que além de você muitos sofrem mais permanecem fiel a Ele. V18
Texto – Sl 23.4 Ainda que eu andasse pelo vale da sobra da morte, não temeria mal algum, porque tu estas comigo.
Intr- O vale da sombra da morte lança uma sombra assustadora sobre nós, porque somos completamente impotente contra ela. Elias experimentou as profundezas desse vale, depois de suas grande vitórias espirituais: a derrota dos profetas de baal e a resposta de sua oração para chover.
1 - Quando entramos nesse vale nossa primeira atitude é :
A – Desacreditar em Deus e fugir. V19.1-3
B – Nessa fuga acabamos sempre entrando no deserto sem Deus. V 4
C – No deserto a sobra que sempre nos acompanha e o desanimo. V4
2 – Quando entramos nesse vale a atitude de Deus é:
A – Ir ou mandar um anjo nos confortar. V5-7
B – Com a força do alimento espiritual caminhamos mais um pouco. V8
3 – Mesmo com toda ajuda espirituais que temos muitas vezes o vale e tão grande que logo saímos debaixo de um ZIMBRO V5 e entramos em uma caverna..v9
Mesmo dentro de uma caverna Deus fala com você .
Muitos pensam que Deus vai falar com ele
A – Em um forte vento.V11
B – Em um terremoto . v11
C – No fogo. V12
Deus tem suas varias maneiras de falar com você e hoje pode ser com sua voz mansa e delicada. V12
Conclusão
Deus diz pra você hoje que ele tem varias meios de te salvar. V 15-17
- Ele diz pra você hoje que além de você muitos sofrem mais permanecem fiel a Ele. V18
quarta-feira, 14 de julho de 2010
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Declaração Histórica da Igreja do Nazareno
Uma Fé Santa. Desde os seus começos, a Igreja do Nazareno tem-se confessado um ramo da igreja “única, santa, universal e apostólica”, e tem procurado ser fiel a ela. Confessa como sua própria história a do povo de Deus registrada no Antigo e no Novo Testamentos, e a mesma história tal como ela se tem estendido dos dias dos apóstolos aos nossos tempos. Como seu próprio povo, ela abarca o povo de Deus através das idades, os redimidos através de Jesus Cristo, em qualquer expressão de uma igreja na qual estes possam ser encontrados. Ela aceita os credos ecumênicos dos cinco primeiros séculos cristãos como expressões da sua própria fé. Enquanto a Igreja do Nazareno vai respondendo a sua chamada especial de proclamar a doutrina e a experiência da inteira santificação, ela tem tido o cuidado de reter e fomentar identificação com a igreja histórica, em sua pregação da Palavra, na sua administração dos sacramentos, sua preocupação de promover e manter um ministério que seja genuinamente apostólico na fé e na prática, bem como ao inculcar as disciplinas dum viver semelhante ao de Cristo e no serviço a outros.
O Avivamento Wesleyano. Esta fé cristã tem sido facultada aos nazarenos através de correntes religiosas históricas e, particularmente, através do reavivamento wesleyano ocorrido no século XVIII. Nos anos a partir de 1730 deu-se o Reavivamento Evangélico mais vasto na Grã-Bretanha, liderado principalmente por João Wesley, seu irmão Carlos e por Jorge Whitefield, clérigos da Igreja da Inglaterra. Através da instrumentalidade destes, muitos outros homens e mulheres abandonaram o pecado e foram cheios de poder para o serviço de Deus. Caracterizou-se este movimento pela pregação de leigos, testemunho, disciplina e círculos de discípulos dedicados, conhecidos por “sociedades”, “classes” ou “bandos”. Como movimento de vida espiritual, seus antecedentes incluíram o Pietismo Alemão, tipificado por Philip Jacob Spener; o Puritanismo Inglês do século XVII; e o despertamento espiritual na Nova Inglaterra descrito pelo pastor-teólogo Jonathan Edwards.
A fase wesleyana do grande reavivamento caracterizou-se por três marcos teológicos: regeneração pela graça, através da fé; perfeição cristã, ou santificação, também pela graça através da fé; e o testemunho do Espírito quanto à certeza da graça. Entre as contribuições distintas de João Wesley achava-se uma ênfase à inteira santificação nesta vida, como provisão graciosa de Deus ao cristão. Os empreendimentos missionários primitivos do Metodismo Britânico começaram a disseminar estas ênfases teológicas através do mundo. Na América do Norte, a Igreja Metodista Episcopal foi organizada em 1784. O seu propósito declarado foi “reformar o Continente e espalhar a santidade escriturística sobre estas terras”.
O Movimento de Santidade do Século XIX. No século XIX começou no Leste dos Estados Unidos e se espalhou pela nação uma renovada ênfase à santidade cristã. Timothy Merritt, clérigo metodista e editor-fundador do Guia da Perfeição Cristã, esteve entre os líderes deste reavivamento de santidade. A figura central do movimento foi Phoebe Palmer, da cidade de Nova Iorque, líder da Reunião da Terça-Feira para a Promoção da Santidade, na qual bispos, educadores e outros clérigos metodistas se juntaram ao grupo original de senhoras em busca de santidade. Ao longo de quatro décadas, a Sra. Palmer promoveu a fase metodista do movimento de santidade, através de palestras públicas, escritos e também como editora do Guia para a Santidade.
O reavivamento de santidade alastrou-se para além das fronteiras do Metodismo. Charles G. Finney e Asa Mahan, ambos do Colégio Oberlin, lideravam a renovada ênfase à santidade nos círculos presbiterianos e congregacionalistas, tendo feito o mesmo o avivador William Boardman. O evangelista batista A. B. Earle esteve entre os líderes do movimento de santidade dentro da sua denominação. Hannah Whitall Smith, uma qualquer e avivadora popular do movimento de santidade, publicou O Segredo Cristão duma Vida Feliz (1875), um texto clássico sobre a espiritualidade cristã.
Em 1867 os ministros metodistas John A. Wood, John Inskip, e outros começaram, em Vineland, Nova Jersey, a primeira de uma longa série de reuniões nacionais de avivamento. Também organizaram nessa altura a Associação Nacional de Encontros de Avivamento para a Promoção de Santidade, comumente conhecida como Associação Nacional (hoje, Associação de Santidade Cristã). Até aos primeiros anos do século XX, esta organização patrocinou reuniões de santidade através dos Estados Unidos. Surgiram também associações locais e regionais de santidade e uma imprensa vital de santidade publicou muitos periódicos e livros.
O testemunho prestado à santidade cristã desempenhou funções de diversos significados na fundação da Igreja Metodista Wesleyana (1843), da Igreja Metodista Livre (1860) e, na Inglaterra, do Exército da Salvação (1865). Nos anos de 1880 desabrocharam novas igrejas distintivamente de santidade, incluindo a Igreja de Deus (Anderson, Indiana) e a Igreja de Deus (Santidade). Várias outras tradições religiosas foram também influenciadas pelo movimento de santidade, incluindo certos grupos Menonitas, Irmãos e Amigos que adotaram o ponto de vista wesleyano quanto à inteira santificação. Os Irmãos na Igreja de Cristo e a Aliança Evangélica de Amigos são exemplos desta fusão de tradições espirituais.
Nos anos de 1890 despontou uma nova onda de grupos de santidade independentes. Estes incluíram igrejas independentes, missões urbanas, casas de socorro a necessitados e associações missionárias e evangelísticas. Alguns entre o povo envolvido nestas organizações suspiravam por uma união que produzisse uma igreja nacional de santidade. Desse impulso nasceu o que é hoje a Igreja do Nazareno.
A Associação de Igrejas Pentecostais da América. A 21 de Julho de 1887, organizou-se a Igreja Evangélica do Povo, com 51 membros, em Providence, Rhode Island, tendo como pastor Fred A. Hillery. No ano seguinte foi organizada a Igreja Missão, em Lynn, Massachusetts, tendo C. Howard Davis como pastor. Nos dias 13 e 14 de Março de 1890, representantes destes grupos e de outras congregações de santidade independentes reuniram-se em Rock, Massachusetts, e organizaram a Associação Central Evangélica de Santidade, com igrejas em Rhode Island, New Hampshire e Massachusetts. Em 1892, a Associação Central Evangélica de Santidade ordenou Anna S. Hanscombe. Crê-se que ela foi a primeira de muitas mulheres ordenadas para o ministério cristão nas congregações que se uniram para formar a Igreja do Nazareno.
Em Janeiro de 1894, o comerciante William Howard Hoople fundou uma missão em Brooklyn, reorganizada em Maio seguinte como o Tabernáculo Pentecostal da Avenida Utica. No fim do ano seguinte foram também organizadas a Igreja Pentecostal da Avenida Bedford e o Tabernáculo Pentecostal Emanuel. Em Dezembro de 1895, delegados destas três congregações adotaram uma constituição, um sumário de doutrinas e legislação, formando a Associação de Igrejas Pentecostais da América.
A 12 de Novembro de 1896, reuniu-se em Brooklyn um comitê conjuntamente formado pela Associação Central Evangélica de Santidade e pela Associação de Igrejas Pentecostais da América, e traçou um plano de união, retendo para o corpo assim unido o nome do último destes dois grupos. Entre os obreiros proeminentes nesta denominação contavam-se Hiram F. Reynolds, H. B. Hosley, C. Howard Davis, William Howard Hoople, e, mais tarde, E. E. Angell. Alguns destes eram originalmente pregadores leigos que mais tarde foram ordenados pelas suas congregações. Esta igreja foi marcadamente missionária e, sob a liderança de Hiram F. Reynolds, secretário missionário, empenhou-se num ambicioso programa de testemunho cristão nas Ilhas de Cabo Verde, na Índia e em outros lugares. Chamava-se The Beulah Christian o seu periódico oficial.
A Igreja de Cristo de Santidade. Em Julho de 1894, R. L. Harris organizou a Igreja de Cristo do Novo Testamento, em Milan, Tennessee, pouco antes da sua morte. Mary Lee Cagle, viúva de R. L. Harris, continuou o trabalho e tornou-se seu líder primitivo mais proeminente. A igreja, estritamente congregacional em seu regulamento, espalhou-se através de Arkansas e do Texas ocidental, com esparsas congregações em Alabama e Missouri. Mary Cagle e uma cooperante, a Sra. E. J. Sheeks, foram ordenadas em 1899, na primeira classe de candidatos à ordenação.
A partir de 1888, um punhado de congregações rotuladas como Igreja de Santidade foram organizadas no Texas pelos ministros Thomas e Dennis Rogers, vindos da Califórnia.
Em 1901 formou-se em Van Alstyne, Texas, a primeira congregação da Igreja Independente de Santidade, por Charles B. Jernigan. Logo do princípio, James B. Chapman afiliou-se a esta denominação, a qual prosperou e cresceu rapidamente. Com a passagem do tempo, as congregações lideradas por Dennis Rogers se afiliaram à Igreja Independente de Santidade.
Em Novembro de 1904, representantes da Igreja de Cristo do Novo Testamento e da Igreja Independente de Santidade reuniram-se em Rising Star, Texas, onde chegaram a acordo sobre princípios de união, adotaram um Manual e escolheram o nome de Igreja de Cristo de Santidade. Esta união foi finalizada no ano seguinte, num conselho geral reunido com delegados em Pilot Point, Texas. A publicação oficial da igreja intitulava-se Holiness Evangel. Outros ministros proeminentes deste grupo incluiam William E. Fisher, J. D. Scott e J. T. Upchurch. Entre seus leigos de maior destaque achavam-se Edwin H. Sheeks, R. B. Mitchum e a Sra. Donie Mitchum.
Vários líderes desta igreja foram ativos na Associação de Santidade de Texas, um corpo interdenominacional vital que patrocinava um colégio em Peniel, próximo de Greenville, Texas. A associação também patrocinava o Pentecostal Advocate, a publicação de santidade de maior relevo no Sudeste, que viria a ser órgão nazareno, em 1910. Foram obreiros proeminentes nesta organização o ministro E. C. DeJernett e o leigo C. A. McConnell.
A Igreja do Nazareno. Em Outubro de 1895, Phineas F. Bresee, doutor em divindade, e Joseph P. Widney, médico, com cerca de 100 outras pessoas, incluindo Alice P. Baldwin, Leslie F. Gay, W. S. e Lucy P. Knott, C. E. McKee, bem como membros das famílias Bresee e Widney, organizaram a Igreja do Nazareno, em Los Angeles. Desde o princípio, viram esta igreja como a primeira duma denominação que pregava a realidade da inteira santificação recebida pela fé em Cristo. Mantiveram que os cristãos santificados pela fé devem seguir o exemplo de Cristo e pregar o evangelho ao pobre. Sentiram-se especialmente chamados para este trabalho. Eles criam que o refinamento e adornos desnecessários das casas de culto não representavam o espírito de Cristo mas antes o espírito do mundo, e que seus investimentos de tempo e dinheiro deviam fazer-se a ministérios que refletissem Cristo, para salvação de almas e socorro ao necessitado. Eles organizaram desta forma a igreja. Adotaram regras gerais, uma declaração de fé, uma estrutura baseada numa superintendência limitada, princípios para a consagração de diaconisas e a ordenação de presbíteros, bem como um ritual. Todos estes foram publicados como um Manual, começando em 1898. Publicaram um jornal intitulado The Nazarene (O Nazareno) e, depois, The Nazarene Messenger (O Mensageiro Nazareno). A Igreja do Nazareno expandiu-se principalmente ao longo da Costa Ocidental, tendo congregações espalhadas a leste das Montanhas Rochosas, até Illinois.
Entre os ministros que se agregaram à nova igreja contavam-se H. D. Brown, W. E. Shepard, C. W. Ruth, L. B. Kent, Isaiah Reid, J. B. Creighton, C. E. Cornell, Robert Pierce, and W. C. Wilson. Entre os primeiros a serem ordenados, contavam-se o próprio Joseph P. Widney, Elsie e DeLance Wallace, Lucy P. Knott e E. A. Girvin.
Os 38 anos de experiência que teve Phineas F. Bresee, como pastor, superintendente, editor, membro da junta de colégio e pregador em reuniões públicas de avivamento no Metodismo, adicionados à sua característica personalidade magnética, entraram no esmerado aprumo eclesiástico que ele trouxe à união de diferentes igrejas de santidade num só corpo nacional.
O Ano da União : 1907-1908. A Associação de Igrejas Pentecostais da América, a Igreja do Nazareno e a Igreja de Cristo de Santidade foram levadas a uma associação mútua por C. W. Ruth, superintendente geral assistente da Igreja do Nazareno, que tinha extensos laços de amizade através do movimento Wesleyano de Santidade. Delegados da Associação de Igrejas Pentecostais da América e da Igreja do Nazareno reuniram-se em assembléia geral, em Chicago, de 10 a 17 de Outubro de 1907. Os grupos em processo de união concordaram quanto a um governo da igreja que equilibrava a necessidade de uma superintendência com a independência de congregações locais. Competia aos superintendentes nutrir e cuidar de igrejas já organizadas e estimular a organização de igrejas em toda a parte, mas a sua autoridade não devia interferir com as ações independentes de uma igreja totalmente organizada. Além disso, a Assembléia Geral adotou um nome para o corpo resultante de ambas as organizações: a Igreja Pentecostal do Nazareno. Phineas F. Bresee e Hiram F. Reynolds foram eleitos superintendentes gerais. Esteve presente e participou no trabalho da assembléia uma delegação de observadores da Igreja de Cristo de Santidade.
Durante o ano seguinte, ocorreram dois novos adicionamentos. Em Abril de 1908, P. F. Bresee organizou a congregação da Igreja Pentecostal do Nazareno em Peniel, Texas, que trouxe à igreja figuras proeminentes da Associação de Santidade do Texas e abriu a porta de entrada a outros membros. Em Setembro, a Conferência de Santidade da Igreja Cristã de Pensilvânia, uma vez recebida a dispensa que lhe foi concedida pela sua Conferência Geral, dissolveu-se e, sob liderança de H. G. Trumbaur, uniu-se à Igreja Pentecostal do Nazareno.
A segunda Assembléia Geral da Igreja Pentecostal do Nazareno reuniu-se em sessão conjunta com o Conselho Geral da Igreja de Cristo de Santidade, de 8 a 14 de Outubro de 1908, em Pilot Point, Texas. O ano do processo de união culminou na manhã de terça-feira, 13 de Outubro, quando R. B. Mitchum apresentou e C. W. Ruth secundou a proposição: “Que a união das duas igrejas seja agora consumada”. Vários discursaram a favor da moção. Phineas Bresee tinha-se esforçado continuamente para o alcance deste almejado fim. Às 10:40 horas, em ambiente de grande entusiasmo, a moção para a união foi adotada, de pé, por um voto unânime do povo.
A Denominação Muda de Nome. A Assembléia Geral de 1919, em resposta a memoriais de 35 distritos de assembléia, mudou oficialmente o nome da organização, para Igreja do Nazareno, em vista do novo sentido que fora associado ao termo “Pentecostal”.
Novos Adicionamentos
Depois de 1908 vários outros corpos se uniram à Igreja do Nazareno:
A Missão Pentecostal. Em 1898, J. O. McClurkan, um evangelista presbiteriano de Cumberland, liderou na formação da Aliança Pentecostal, em Nashville, de que resultou a fusão do povo de santidade do Tennessee e estados adjacentes. Este corpo tinha um acentuado espírito missionário, tendo enviado pastores e professores a Cuba, Guatemala, México e Índia. McClurkan faleceu em 1914. Esse grupo, então conhecido como Missão Pentecostal, uniu-se à Igreja Pentecostal do Nazareno em Novembro de 1915.
Igreja Pentecostal da Escócia. In 1906 George Sharpe, da Igreja Congregacional de Parkhead, Glasgow, foi expulso do seu púlpito por pregar a doutrina wesleyana da santidade cristã. Oitenta membros que saíram com ele formaram, imediatamente, a Igreja Pentecostal de Parkhead. Outras congregações foram organizadas e, em 1909, formou-se a Igreja Pentecostal da Escócia. Este corpo uniu-se à Igreja Pentecostal do Nazareno em Novembro de 1915.
Associação de Leigos de Santidade. A Associação de Leigos de Santidade foi formada sob S. A. Danford, em 1917, em Jamestown, Dakota do Norte, para servir a causa do avivamento da santidade wesleyana nas Dakotas, Minnesota e Montana. Este grupo tinha um periódico intitulado O Leigo de Santidade. J. G. Morrison foi eleito presidente em 1919 e liderou uma organização que contava mais de 25 outros evangelistas e obreiros. Em 1922, Morrison, com a maior parte dos obreiros e mais de 1.000 membros, uniu-se à Igreja do Nazareno.
Associação de Fé Missionária Hephzibah. Este corpo missionário, centralizado em Tabor, Iowa, organizado em 1893 por Elder George Weavers, enviou subseqüentemente mais de 80 obreiros a mais de meia dúzia de países. Por volta de 1950, o trabalho em Tabor, a missão Sul Africana e outras partes da organização se uniram à Igreja do Nazareno.
Missão Internacional de Santidade. David Thomas, homem de negócios e pregador leigo, fundou a Missão de Santidade, em Londres, no ano de 1907. Sob a liderança de David Jones, desenvolveu-se extensivo trabalho missionário na parte Sul da África, tendo recebido a igreja um novo nome em 1917: Missão Internacional de Santidade. Uniu-se à Igreja do Nazareno a 29 de Outubro de 1952, com 28 igrejas e mais de 1.000 membros na Inglaterra sob a superintendência de J. B. Maclagan, bem como um trabalho liderado por 36 missionários na África.
Igreja de Santidade do Calvário. Em 1934, Maynard James e Jack Ford, que dirigiam o esforço evangelístico itinerante (ou “trekking”) na Missão Internacional de Santidade, formaram a Igreja de Santidade do Calvário. A 11 de Junho de 1955, efetuou-se a união com a Igreja do Nazareno, trazendo à denominação cerca de 22 igrejas e mais de 600 membros. A adição da Missão Internacional de Santidade e da Igreja de Santidade do Calvário consumou-se, em grande parte, graças à visão e aos esforços do superintendente distrital George Frame.
Igreja de Obreiros do Evangelho do Canadá. Organizada em Ontário por Frank Goff, em 1918, esta igreja surgiu dum grupo anterior chamado Obreiros de Santidade. Uniu-se à Igreja do Nazareno, a 7 de Setembro de 1958, adicionando cinco igrejas e cerca de 200 membros ao Distrito Central Canadiano.
Igreja do Nazareno (Nigéria). Nos anos de 1940 organizou-se na Nigéria, sob liderança indígena, uma igreja wesleyana de santidade. Adotou o nome de Igreja do Nazareno, derivando em parte as suas crenças doutrinais e o próprio nome dum Manual da Igreja do Nazareno Internacional. Sob a liderança de Jeremiah U. Ekaidem, uniu-se a esta a 3 de Abril de 1988. Formou-se um novo distrito com 39 igrejas e 6.500 membros.
Rumo a uma Igreja Global
Desde os seus princípios, a Igreja do Nazareno teve uma dimensão internacional. Por altura da assembleia da união, reunida em 1908, nazarenos serviam e testificavam não só na América do Norte mas também como missionários no México, nas Ilhas de Cabo Verde, na Índia, no Japão, e África do Sul —testemunho vivo do impacto do movimento de missões do século XIX sob os corpos religiosos que formaram a Igreja do Nazareno do presente..
A expansão rumo a novas áreas do mundo começou na Ásia, em 1898, pela Associação de Igrejas Pentecostais da América. A Missão Pentecostal esteve ativa na América Central por cerca de 1900, nas Caraíbas em 1902 e na América do Sul, em 1909. Na África, os missionários que ali se encontravam ativos em 1907 foram mais tarde reconhecidos como missionários da denominação.
Subseqüente extensão na área Austrália-Pacífico Sul começou em 1945 e se alargou à Europa continental em 1948. Nessas ocasiões, a Igreja do Nazareno entrou em tais áreas de trabalho identificando-se com ministros locais que já pregavam e ensinavam a mensagem wesleyana de santidade: A. A. E. Berg, da Austrália, e Alfredo del Rosso, da Itália.
No desenvolvimento dum ministério global a Igreja do Nazareno tem dependido historicamente da energia de obreiros nacionais que têm compartilhado com missionários as tarefas de pregar e de ensinar a palavra da graça. Em 1918 um missionário na Índia observou que seus associados nacionais incluíam três pregadores, quatro professores, três colportores e cinco senhoras mestras da Bíblia. Por volta de 1936, a proporção entre obreiros nacionais e missionários da Igreja do Nazareno, através do mundo, era superior a cinco para um.
Em 2001 atingiu o total de 138 o número de áreas mundiais onde se encontra a Igreja do Nazareno. Milhares de ministros e de obreiros leigos têm indigenizado a Igreja do Nazareno nas respectivas culturas, contribuindo assim para o mosaico de identidades nacionais que formam a nossa comunhão internacional.
Distintivos do Ministério Internacional. Historicamente, o ministério global nazareno tem-se centralizado à volta de evangelismo, ministérios de compaixão e educação. O impulso evangelístico foi exemplificado nas vidas de H. F. Schmelzenbach, L. S. Tracy, Esther Carson Winans, Samuel Krikorian e outros cujos nomes simbolizam esta dimensão de ministério. À volta do mundo, igrejas e distritos nazarenos continuam a refletir um caráter de reavivamento e evangelismo.
As raízes internacionais do ministério nazareno de compaixão encontram-se no apoio dado desde o princípio à campanha contra a fome e ao trabalho em prol de órfãos na Índia. Este impulso foi fortalecido pela União Nazarena Missionária Médica, organizada nos começos da década de 1920 para construir o Hospital Memorial Bresee, em Tamingfu, China. Na Suazilândia, desenvolveu-se um extensivo trabalho médico, enquanto outros ministérios de compaixão se estabeleciam ao redor do mundo.
A Educação é um aspecto do ministério mundial cedo exemplificado pela Escola Esperança para Moças, fundada em Calcutá pela Sra. Sukhoda Banarji, em 1905, e adotada no ano seguinte pela Igreja do Nazareno. Fora da América do Norte, nazarenos têm estabelecido escolas para educação primária e treino ministerial especializado. Há seminários de nível de graduado nas Filipinas e nos Estados Unidos; instituições de artes liberais em África, Coréia e nos Estados Unidos; uma escola de ensino médio no Japão; duas escolas de enfermagem na Índia e em Papua Nova Guiné; e mais de 40 instituições de ensino bíblico-teológico à volta do mundo.
A igreja tem prosperado à medida que se desenvolvem estes componentes da sua missão. Em 2001 a Igreja do Nazareno tinha uma membresia internacional de 1.390.306, distribuídos por mais de 12.600 congregações.
Como resultado deste desenvolvimento histórico, a denominação enfrenta hoje uma agenda incompleta, a de deixar de ser uma “presença internacional” para se tornar uma “comunidade internacional” de fé. O reconhecimento deste fato levou a Assembléia Geral de 1976 a autorizar uma Comissão de Internacionalização, cujo relatório à Assembléia Geral de 1980 levou à criação dum sistema de áreas mundiais. O número e as fronteiras das regiões mundiais originais têm desde então mudado. São estas as correntes: a Região da África, a Região de Ásia-Pacífico, a Região do Canadá, a Região das Caraíbas, a Região da Euro-Ásia, a Região do México e América Central, a Região da América do Sul, e oito regiões nos Estados Unidos.*
*Uma história mais completa da Igreja do Nazareno pode ser achada nos seguintes livros: Called Unto Holiness, Vol. 1: The Formative Years (1962), por Timothy L. Smith; Called Unto Holiness, Vol. 2: The Second 25 Years (1983), por W. T. Purkiser; e Mission to the World (1988), por J. Fred Parker.
Declaração Histórica da Igreja do Nazareno
Uma Fé Santa. Desde os seus começos, a Igreja do Nazareno tem-se confessado um ramo da igreja “única, santa, universal e apostólica”, e tem procurado ser fiel a ela. Confessa como sua própria história a do povo de Deus registrada no Antigo e no Novo Testamentos, e a mesma história tal como ela se tem estendido dos dias dos apóstolos aos nossos tempos. Como seu próprio povo, ela abarca o povo de Deus através das idades, os redimidos através de Jesus Cristo, em qualquer expressão de uma igreja na qual estes possam ser encontrados. Ela aceita os credos ecumênicos dos cinco primeiros séculos cristãos como expressões da sua própria fé. Enquanto a Igreja do Nazareno vai respondendo a sua chamada especial de proclamar a doutrina e a experiência da inteira santificação, ela tem tido o cuidado de reter e fomentar identificação com a igreja histórica, em sua pregação da Palavra, na sua administração dos sacramentos, sua preocupação de promover e manter um ministério que seja genuinamente apostólico na fé e na prática, bem como ao inculcar as disciplinas dum viver semelhante ao de Cristo e no serviço a outros.
O Avivamento Wesleyano. Esta fé cristã tem sido facultada aos nazarenos através de correntes religiosas históricas e, particularmente, através do reavivamento wesleyano ocorrido no século XVIII. Nos anos a partir de 1730 deu-se o Reavivamento Evangélico mais vasto na Grã-Bretanha, liderado principalmente por João Wesley, seu irmão Carlos e por Jorge Whitefield, clérigos da Igreja da Inglaterra. Através da instrumentalidade destes, muitos outros homens e mulheres abandonaram o pecado e foram cheios de poder para o serviço de Deus. Caracterizou-se este movimento pela pregação de leigos, testemunho, disciplina e círculos de discípulos dedicados, conhecidos por “sociedades”, “classes” ou “bandos”. Como movimento de vida espiritual, seus antecedentes incluíram o Pietismo Alemão, tipificado por Philip Jacob Spener; o Puritanismo Inglês do século XVII; e o despertamento espiritual na Nova Inglaterra descrito pelo pastor-teólogo Jonathan Edwards.
A fase wesleyana do grande reavivamento caracterizou-se por três marcos teológicos: regeneração pela graça, através da fé; perfeição cristã, ou santificação, também pela graça através da fé; e o testemunho do Espírito quanto à certeza da graça. Entre as contribuições distintas de João Wesley achava-se uma ênfase à inteira santificação nesta vida, como provisão graciosa de Deus ao cristão. Os empreendimentos missionários primitivos do Metodismo Britânico começaram a disseminar estas ênfases teológicas através do mundo. Na América do Norte, a Igreja Metodista Episcopal foi organizada em 1784. O seu propósito declarado foi “reformar o Continente e espalhar a santidade escriturística sobre estas terras”.
O Movimento de Santidade do Século XIX. No século XIX começou no Leste dos Estados Unidos e se espalhou pela nação uma renovada ênfase à santidade cristã. Timothy Merritt, clérigo metodista e editor-fundador do Guia da Perfeição Cristã, esteve entre os líderes deste reavivamento de santidade. A figura central do movimento foi Phoebe Palmer, da cidade de Nova Iorque, líder da Reunião da Terça-Feira para a Promoção da Santidade, na qual bispos, educadores e outros clérigos metodistas se juntaram ao grupo original de senhoras em busca de santidade. Ao longo de quatro décadas, a Sra. Palmer promoveu a fase metodista do movimento de santidade, através de palestras públicas, escritos e também como editora do Guia para a Santidade.
O reavivamento de santidade alastrou-se para além das fronteiras do Metodismo. Charles G. Finney e Asa Mahan, ambos do Colégio Oberlin, lideravam a renovada ênfase à santidade nos círculos presbiterianos e congregacionalistas, tendo feito o mesmo o avivador William Boardman. O evangelista batista A. B. Earle esteve entre os líderes do movimento de santidade dentro da sua denominação. Hannah Whitall Smith, uma qualquer e avivadora popular do movimento de santidade, publicou O Segredo Cristão duma Vida Feliz (1875), um texto clássico sobre a espiritualidade cristã.
Em 1867 os ministros metodistas John A. Wood, John Inskip, e outros começaram, em Vineland, Nova Jersey, a primeira de uma longa série de reuniões nacionais de avivamento. Também organizaram nessa altura a Associação Nacional de Encontros de Avivamento para a Promoção de Santidade, comumente conhecida como Associação Nacional (hoje, Associação de Santidade Cristã). Até aos primeiros anos do século XX, esta organização patrocinou reuniões de santidade através dos Estados Unidos. Surgiram também associações locais e regionais de santidade e uma imprensa vital de santidade publicou muitos periódicos e livros.
O testemunho prestado à santidade cristã desempenhou funções de diversos significados na fundação da Igreja Metodista Wesleyana (1843), da Igreja Metodista Livre (1860) e, na Inglaterra, do Exército da Salvação (1865). Nos anos de 1880 desabrocharam novas igrejas distintivamente de santidade, incluindo a Igreja de Deus (Anderson, Indiana) e a Igreja de Deus (Santidade). Várias outras tradições religiosas foram também influenciadas pelo movimento de santidade, incluindo certos grupos Menonitas, Irmãos e Amigos que adotaram o ponto de vista wesleyano quanto à inteira santificação. Os Irmãos na Igreja de Cristo e a Aliança Evangélica de Amigos são exemplos desta fusão de tradições espirituais.
Nos anos de 1890 despontou uma nova onda de grupos de santidade independentes. Estes incluíram igrejas independentes, missões urbanas, casas de socorro a necessitados e associações missionárias e evangelísticas. Alguns entre o povo envolvido nestas organizações suspiravam por uma união que produzisse uma igreja nacional de santidade. Desse impulso nasceu o que é hoje a Igreja do Nazareno.
A Associação de Igrejas Pentecostais da América. A 21 de Julho de 1887, organizou-se a Igreja Evangélica do Povo, com 51 membros, em Providence, Rhode Island, tendo como pastor Fred A. Hillery. No ano seguinte foi organizada a Igreja Missão, em Lynn, Massachusetts, tendo C. Howard Davis como pastor. Nos dias 13 e 14 de Março de 1890, representantes destes grupos e de outras congregações de santidade independentes reuniram-se em Rock, Massachusetts, e organizaram a Associação Central Evangélica de Santidade, com igrejas em Rhode Island, New Hampshire e Massachusetts. Em 1892, a Associação Central Evangélica de Santidade ordenou Anna S. Hanscombe. Crê-se que ela foi a primeira de muitas mulheres ordenadas para o ministério cristão nas congregações que se uniram para formar a Igreja do Nazareno.
Em Janeiro de 1894, o comerciante William Howard Hoople fundou uma missão em Brooklyn, reorganizada em Maio seguinte como o Tabernáculo Pentecostal da Avenida Utica. No fim do ano seguinte foram também organizadas a Igreja Pentecostal da Avenida Bedford e o Tabernáculo Pentecostal Emanuel. Em Dezembro de 1895, delegados destas três congregações adotaram uma constituição, um sumário de doutrinas e legislação, formando a Associação de Igrejas Pentecostais da América.
A 12 de Novembro de 1896, reuniu-se em Brooklyn um comitê conjuntamente formado pela Associação Central Evangélica de Santidade e pela Associação de Igrejas Pentecostais da América, e traçou um plano de união, retendo para o corpo assim unido o nome do último destes dois grupos. Entre os obreiros proeminentes nesta denominação contavam-se Hiram F. Reynolds, H. B. Hosley, C. Howard Davis, William Howard Hoople, e, mais tarde, E. E. Angell. Alguns destes eram originalmente pregadores leigos que mais tarde foram ordenados pelas suas congregações. Esta igreja foi marcadamente missionária e, sob a liderança de Hiram F. Reynolds, secretário missionário, empenhou-se num ambicioso programa de testemunho cristão nas Ilhas de Cabo Verde, na Índia e em outros lugares. Chamava-se The Beulah Christian o seu periódico oficial.
A Igreja de Cristo de Santidade. Em Julho de 1894, R. L. Harris organizou a Igreja de Cristo do Novo Testamento, em Milan, Tennessee, pouco antes da sua morte. Mary Lee Cagle, viúva de R. L. Harris, continuou o trabalho e tornou-se seu líder primitivo mais proeminente. A igreja, estritamente congregacional em seu regulamento, espalhou-se através de Arkansas e do Texas ocidental, com esparsas congregações em Alabama e Missouri. Mary Cagle e uma cooperante, a Sra. E. J. Sheeks, foram ordenadas em 1899, na primeira classe de candidatos à ordenação.
A partir de 1888, um punhado de congregações rotuladas como Igreja de Santidade foram organizadas no Texas pelos ministros Thomas e Dennis Rogers, vindos da Califórnia.
Em 1901 formou-se em Van Alstyne, Texas, a primeira congregação da Igreja Independente de Santidade, por Charles B. Jernigan. Logo do princípio, James B. Chapman afiliou-se a esta denominação, a qual prosperou e cresceu rapidamente. Com a passagem do tempo, as congregações lideradas por Dennis Rogers se afiliaram à Igreja Independente de Santidade.
Em Novembro de 1904, representantes da Igreja de Cristo do Novo Testamento e da Igreja Independente de Santidade reuniram-se em Rising Star, Texas, onde chegaram a acordo sobre princípios de união, adotaram um Manual e escolheram o nome de Igreja de Cristo de Santidade. Esta união foi finalizada no ano seguinte, num conselho geral reunido com delegados em Pilot Point, Texas. A publicação oficial da igreja intitulava-se Holiness Evangel. Outros ministros proeminentes deste grupo incluiam William E. Fisher, J. D. Scott e J. T. Upchurch. Entre seus leigos de maior destaque achavam-se Edwin H. Sheeks, R. B. Mitchum e a Sra. Donie Mitchum.
Vários líderes desta igreja foram ativos na Associação de Santidade de Texas, um corpo interdenominacional vital que patrocinava um colégio em Peniel, próximo de Greenville, Texas. A associação também patrocinava o Pentecostal Advocate, a publicação de santidade de maior relevo no Sudeste, que viria a ser órgão nazareno, em 1910. Foram obreiros proeminentes nesta organização o ministro E. C. DeJernett e o leigo C. A. McConnell.
A Igreja do Nazareno. Em Outubro de 1895, Phineas F. Bresee, doutor em divindade, e Joseph P. Widney, médico, com cerca de 100 outras pessoas, incluindo Alice P. Baldwin, Leslie F. Gay, W. S. e Lucy P. Knott, C. E. McKee, bem como membros das famílias Bresee e Widney, organizaram a Igreja do Nazareno, em Los Angeles. Desde o princípio, viram esta igreja como a primeira duma denominação que pregava a realidade da inteira santificação recebida pela fé em Cristo. Mantiveram que os cristãos santificados pela fé devem seguir o exemplo de Cristo e pregar o evangelho ao pobre. Sentiram-se especialmente chamados para este trabalho. Eles criam que o refinamento e adornos desnecessários das casas de culto não representavam o espírito de Cristo mas antes o espírito do mundo, e que seus investimentos de tempo e dinheiro deviam fazer-se a ministérios que refletissem Cristo, para salvação de almas e socorro ao necessitado. Eles organizaram desta forma a igreja. Adotaram regras gerais, uma declaração de fé, uma estrutura baseada numa superintendência limitada, princípios para a consagração de diaconisas e a ordenação de presbíteros, bem como um ritual. Todos estes foram publicados como um Manual, começando em 1898. Publicaram um jornal intitulado The Nazarene (O Nazareno) e, depois, The Nazarene Messenger (O Mensageiro Nazareno). A Igreja do Nazareno expandiu-se principalmente ao longo da Costa Ocidental, tendo congregações espalhadas a leste das Montanhas Rochosas, até Illinois.
Entre os ministros que se agregaram à nova igreja contavam-se H. D. Brown, W. E. Shepard, C. W. Ruth, L. B. Kent, Isaiah Reid, J. B. Creighton, C. E. Cornell, Robert Pierce, and W. C. Wilson. Entre os primeiros a serem ordenados, contavam-se o próprio Joseph P. Widney, Elsie e DeLance Wallace, Lucy P. Knott e E. A. Girvin.
Os 38 anos de experiência que teve Phineas F. Bresee, como pastor, superintendente, editor, membro da junta de colégio e pregador em reuniões públicas de avivamento no Metodismo, adicionados à sua característica personalidade magnética, entraram no esmerado aprumo eclesiástico que ele trouxe à união de diferentes igrejas de santidade num só corpo nacional.
O Ano da União : 1907-1908. A Associação de Igrejas Pentecostais da América, a Igreja do Nazareno e a Igreja de Cristo de Santidade foram levadas a uma associação mútua por C. W. Ruth, superintendente geral assistente da Igreja do Nazareno, que tinha extensos laços de amizade através do movimento Wesleyano de Santidade. Delegados da Associação de Igrejas Pentecostais da América e da Igreja do Nazareno reuniram-se em assembléia geral, em Chicago, de 10 a 17 de Outubro de 1907. Os grupos em processo de união concordaram quanto a um governo da igreja que equilibrava a necessidade de uma superintendência com a independência de congregações locais. Competia aos superintendentes nutrir e cuidar de igrejas já organizadas e estimular a organização de igrejas em toda a parte, mas a sua autoridade não devia interferir com as ações independentes de uma igreja totalmente organizada. Além disso, a Assembléia Geral adotou um nome para o corpo resultante de ambas as organizações: a Igreja Pentecostal do Nazareno. Phineas F. Bresee e Hiram F. Reynolds foram eleitos superintendentes gerais. Esteve presente e participou no trabalho da assembléia uma delegação de observadores da Igreja de Cristo de Santidade.
Durante o ano seguinte, ocorreram dois novos adicionamentos. Em Abril de 1908, P. F. Bresee organizou a congregação da Igreja Pentecostal do Nazareno em Peniel, Texas, que trouxe à igreja figuras proeminentes da Associação de Santidade do Texas e abriu a porta de entrada a outros membros. Em Setembro, a Conferência de Santidade da Igreja Cristã de Pensilvânia, uma vez recebida a dispensa que lhe foi concedida pela sua Conferência Geral, dissolveu-se e, sob liderança de H. G. Trumbaur, uniu-se à Igreja Pentecostal do Nazareno.
A segunda Assembléia Geral da Igreja Pentecostal do Nazareno reuniu-se em sessão conjunta com o Conselho Geral da Igreja de Cristo de Santidade, de 8 a 14 de Outubro de 1908, em Pilot Point, Texas. O ano do processo de união culminou na manhã de terça-feira, 13 de Outubro, quando R. B. Mitchum apresentou e C. W. Ruth secundou a proposição: “Que a união das duas igrejas seja agora consumada”. Vários discursaram a favor da moção. Phineas Bresee tinha-se esforçado continuamente para o alcance deste almejado fim. Às 10:40 horas, em ambiente de grande entusiasmo, a moção para a união foi adotada, de pé, por um voto unânime do povo.
A Denominação Muda de Nome. A Assembléia Geral de 1919, em resposta a memoriais de 35 distritos de assembléia, mudou oficialmente o nome da organização, para Igreja do Nazareno, em vista do novo sentido que fora associado ao termo “Pentecostal”.
Novos Adicionamentos
Depois de 1908 vários outros corpos se uniram à Igreja do Nazareno:
A Missão Pentecostal. Em 1898, J. O. McClurkan, um evangelista presbiteriano de Cumberland, liderou na formação da Aliança Pentecostal, em Nashville, de que resultou a fusão do povo de santidade do Tennessee e estados adjacentes. Este corpo tinha um acentuado espírito missionário, tendo enviado pastores e professores a Cuba, Guatemala, México e Índia. McClurkan faleceu em 1914. Esse grupo, então conhecido como Missão Pentecostal, uniu-se à Igreja Pentecostal do Nazareno em Novembro de 1915.
Igreja Pentecostal da Escócia. In 1906 George Sharpe, da Igreja Congregacional de Parkhead, Glasgow, foi expulso do seu púlpito por pregar a doutrina wesleyana da santidade cristã. Oitenta membros que saíram com ele formaram, imediatamente, a Igreja Pentecostal de Parkhead. Outras congregações foram organizadas e, em 1909, formou-se a Igreja Pentecostal da Escócia. Este corpo uniu-se à Igreja Pentecostal do Nazareno em Novembro de 1915.
Associação de Leigos de Santidade. A Associação de Leigos de Santidade foi formada sob S. A. Danford, em 1917, em Jamestown, Dakota do Norte, para servir a causa do avivamento da santidade wesleyana nas Dakotas, Minnesota e Montana. Este grupo tinha um periódico intitulado O Leigo de Santidade. J. G. Morrison foi eleito presidente em 1919 e liderou uma organização que contava mais de 25 outros evangelistas e obreiros. Em 1922, Morrison, com a maior parte dos obreiros e mais de 1.000 membros, uniu-se à Igreja do Nazareno.
Associação de Fé Missionária Hephzibah. Este corpo missionário, centralizado em Tabor, Iowa, organizado em 1893 por Elder George Weavers, enviou subseqüentemente mais de 80 obreiros a mais de meia dúzia de países. Por volta de 1950, o trabalho em Tabor, a missão Sul Africana e outras partes da organização se uniram à Igreja do Nazareno.
Missão Internacional de Santidade. David Thomas, homem de negócios e pregador leigo, fundou a Missão de Santidade, em Londres, no ano de 1907. Sob a liderança de David Jones, desenvolveu-se extensivo trabalho missionário na parte Sul da África, tendo recebido a igreja um novo nome em 1917: Missão Internacional de Santidade. Uniu-se à Igreja do Nazareno a 29 de Outubro de 1952, com 28 igrejas e mais de 1.000 membros na Inglaterra sob a superintendência de J. B. Maclagan, bem como um trabalho liderado por 36 missionários na África.
Igreja de Santidade do Calvário. Em 1934, Maynard James e Jack Ford, que dirigiam o esforço evangelístico itinerante (ou “trekking”) na Missão Internacional de Santidade, formaram a Igreja de Santidade do Calvário. A 11 de Junho de 1955, efetuou-se a união com a Igreja do Nazareno, trazendo à denominação cerca de 22 igrejas e mais de 600 membros. A adição da Missão Internacional de Santidade e da Igreja de Santidade do Calvário consumou-se, em grande parte, graças à visão e aos esforços do superintendente distrital George Frame.
Igreja de Obreiros do Evangelho do Canadá. Organizada em Ontário por Frank Goff, em 1918, esta igreja surgiu dum grupo anterior chamado Obreiros de Santidade. Uniu-se à Igreja do Nazareno, a 7 de Setembro de 1958, adicionando cinco igrejas e cerca de 200 membros ao Distrito Central Canadiano.
Igreja do Nazareno (Nigéria). Nos anos de 1940 organizou-se na Nigéria, sob liderança indígena, uma igreja wesleyana de santidade. Adotou o nome de Igreja do Nazareno, derivando em parte as suas crenças doutrinais e o próprio nome dum Manual da Igreja do Nazareno Internacional. Sob a liderança de Jeremiah U. Ekaidem, uniu-se a esta a 3 de Abril de 1988. Formou-se um novo distrito com 39 igrejas e 6.500 membros.
Rumo a uma Igreja Global
Desde os seus princípios, a Igreja do Nazareno teve uma dimensão internacional. Por altura da assembleia da união, reunida em 1908, nazarenos serviam e testificavam não só na América do Norte mas também como missionários no México, nas Ilhas de Cabo Verde, na Índia, no Japão, e África do Sul —testemunho vivo do impacto do movimento de missões do século XIX sob os corpos religiosos que formaram a Igreja do Nazareno do presente..
A expansão rumo a novas áreas do mundo começou na Ásia, em 1898, pela Associação de Igrejas Pentecostais da América. A Missão Pentecostal esteve ativa na América Central por cerca de 1900, nas Caraíbas em 1902 e na América do Sul, em 1909. Na África, os missionários que ali se encontravam ativos em 1907 foram mais tarde reconhecidos como missionários da denominação.
Subseqüente extensão na área Austrália-Pacífico Sul começou em 1945 e se alargou à Europa continental em 1948. Nessas ocasiões, a Igreja do Nazareno entrou em tais áreas de trabalho identificando-se com ministros locais que já pregavam e ensinavam a mensagem wesleyana de santidade: A. A. E. Berg, da Austrália, e Alfredo del Rosso, da Itália.
No desenvolvimento dum ministério global a Igreja do Nazareno tem dependido historicamente da energia de obreiros nacionais que têm compartilhado com missionários as tarefas de pregar e de ensinar a palavra da graça. Em 1918 um missionário na Índia observou que seus associados nacionais incluíam três pregadores, quatro professores, três colportores e cinco senhoras mestras da Bíblia. Por volta de 1936, a proporção entre obreiros nacionais e missionários da Igreja do Nazareno, através do mundo, era superior a cinco para um.
Em 2001 atingiu o total de 138 o número de áreas mundiais onde se encontra a Igreja do Nazareno. Milhares de ministros e de obreiros leigos têm indigenizado a Igreja do Nazareno nas respectivas culturas, contribuindo assim para o mosaico de identidades nacionais que formam a nossa comunhão internacional.
Distintivos do Ministério Internacional. Historicamente, o ministério global nazareno tem-se centralizado à volta de evangelismo, ministérios de compaixão e educação. O impulso evangelístico foi exemplificado nas vidas de H. F. Schmelzenbach, L. S. Tracy, Esther Carson Winans, Samuel Krikorian e outros cujos nomes simbolizam esta dimensão de ministério. À volta do mundo, igrejas e distritos nazarenos continuam a refletir um caráter de reavivamento e evangelismo.
As raízes internacionais do ministério nazareno de compaixão encontram-se no apoio dado desde o princípio à campanha contra a fome e ao trabalho em prol de órfãos na Índia. Este impulso foi fortalecido pela União Nazarena Missionária Médica, organizada nos começos da década de 1920 para construir o Hospital Memorial Bresee, em Tamingfu, China. Na Suazilândia, desenvolveu-se um extensivo trabalho médico, enquanto outros ministérios de compaixão se estabeleciam ao redor do mundo.
A Educação é um aspecto do ministério mundial cedo exemplificado pela Escola Esperança para Moças, fundada em Calcutá pela Sra. Sukhoda Banarji, em 1905, e adotada no ano seguinte pela Igreja do Nazareno. Fora da América do Norte, nazarenos têm estabelecido escolas para educação primária e treino ministerial especializado. Há seminários de nível de graduado nas Filipinas e nos Estados Unidos; instituições de artes liberais em África, Coréia e nos Estados Unidos; uma escola de ensino médio no Japão; duas escolas de enfermagem na Índia e em Papua Nova Guiné; e mais de 40 instituições de ensino bíblico-teológico à volta do mundo.
A igreja tem prosperado à medida que se desenvolvem estes componentes da sua missão. Em 2001 a Igreja do Nazareno tinha uma membresia internacional de 1.390.306, distribuídos por mais de 12.600 congregações.
Como resultado deste desenvolvimento histórico, a denominação enfrenta hoje uma agenda incompleta, a de deixar de ser uma “presença internacional” para se tornar uma “comunidade internacional” de fé. O reconhecimento deste fato levou a Assembléia Geral de 1976 a autorizar uma Comissão de Internacionalização, cujo relatório à Assembléia Geral de 1980 levou à criação dum sistema de áreas mundiais. O número e as fronteiras das regiões mundiais originais têm desde então mudado. São estas as correntes: a Região da África, a Região de Ásia-Pacífico, a Região do Canadá, a Região das Caraíbas, a Região da Euro-Ásia, a Região do México e América Central, a Região da América do Sul, e oito regiões nos Estados Unidos.*
*Uma história mais completa da Igreja do Nazareno pode ser achada nos seguintes livros: Called Unto Holiness, Vol. 1: The Formative Years (1962), por Timothy L. Smith; Called Unto Holiness, Vol. 2: The Second 25 Years (1983), por W. T. Purkiser; e Mission to the World (1988), por J. Fred Parker.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Reafirmando Nossos Valores
A fé cristã compõe-se de valores que não podemos negligenciar. O adversário procura de forma sutil diminuí-los ou enfraquecer estes princípios eternos que mantém firme a nossa fé e precisamos fortalecer:
A autoridade das Escrituras Sagradas
Estamos firmados não em idéias humanas. A Palavra do Senhor é nosso alimento diário e somente seus princípios devem nortear a nossa vida.
O Reino de Deus
Deus é o soberano do universo e seu trono é santo e elevado. Todo joelho se prostrará diante do Senhor Jesus. Vivemos aqui para adorá-Lo e servi-Lo. Só a Ele devemos obediência irrestrita. O reino de Deus é maior que todos os reinos humanos.
A Mensagem da Cruz
Este deve ser o cerne da nossa pregação. Nela Jesus, o Filho de Deus, pagou os nossos pecados e Seu precioso sangue foi derramado pra salvar-nos. Se houvesse outra forma de salvação, o Senhor não precisaria ter morrido sobre ela. Só Jesus Cristo salva! Precisamos levar a nossa cruz, pela Sua cruz crucificar o pecado.
O Chamado à Santidade
Não é uma opção, é uma ordem de Deus ao seu povo. A santidade deve ser crescente e buscada incessantemente por cada cristão. È a única maneira de permanecemos na Sua presença e sem ela não podemos ver o Senhor.
O Batismo do Espírito
È por meio deste batismo que somos purificados da natureza carnal, conduzidos a um estado de santa devoção a Deus e capacidade com o poder de servi-Lo. Este batismo e evidenciado pelo fruto do Espírito Santo em nossas vidas.
A Vida de Oração
O Senhor Jesus é nosso exemplo de oração. Necessitamos diariamente da comunhão com o Pai, pedirmos e recebemos as Suas promessas. È o segredo de uma vida vitoriosa.
A graça da Liberalidade
È o privilégio de abrir o coração e adora-Lo com nossos bens. Esta graça nos livra da avareza e pela gratidão multiplica benção em nossas vidas.
A Obra Missionária
Expandir o reino de Deus são nosso dever e privilégio. Deus nos confiou esta oportunidade que nos torna cooperadores com ele. È urgente. Deus deu o seu melhor e não podemos nos omitir. È a razão de estarmos aqui.
O Serviço com os Pobres
Sempre o teremos por perto. Toda vez que servimos a alguns destes pequeninos serviremos ao Senhor Jesus ““... a mim o fizeste’’.
A Volta de Jesus
Nossa esperança está na Sua volta gloriosa. Que sempre estejamos preparados para este Dia glorioso, pois está perto!
A fé cristã compõe-se de valores que não podemos negligenciar. O adversário procura de forma sutil diminuí-los ou enfraquecer estes princípios eternos que mantém firme a nossa fé e precisamos fortalecer:
A autoridade das Escrituras Sagradas
Estamos firmados não em idéias humanas. A Palavra do Senhor é nosso alimento diário e somente seus princípios devem nortear a nossa vida.
O Reino de Deus
Deus é o soberano do universo e seu trono é santo e elevado. Todo joelho se prostrará diante do Senhor Jesus. Vivemos aqui para adorá-Lo e servi-Lo. Só a Ele devemos obediência irrestrita. O reino de Deus é maior que todos os reinos humanos.
A Mensagem da Cruz
Este deve ser o cerne da nossa pregação. Nela Jesus, o Filho de Deus, pagou os nossos pecados e Seu precioso sangue foi derramado pra salvar-nos. Se houvesse outra forma de salvação, o Senhor não precisaria ter morrido sobre ela. Só Jesus Cristo salva! Precisamos levar a nossa cruz, pela Sua cruz crucificar o pecado.
O Chamado à Santidade
Não é uma opção, é uma ordem de Deus ao seu povo. A santidade deve ser crescente e buscada incessantemente por cada cristão. È a única maneira de permanecemos na Sua presença e sem ela não podemos ver o Senhor.
O Batismo do Espírito
È por meio deste batismo que somos purificados da natureza carnal, conduzidos a um estado de santa devoção a Deus e capacidade com o poder de servi-Lo. Este batismo e evidenciado pelo fruto do Espírito Santo em nossas vidas.
A Vida de Oração
O Senhor Jesus é nosso exemplo de oração. Necessitamos diariamente da comunhão com o Pai, pedirmos e recebemos as Suas promessas. È o segredo de uma vida vitoriosa.
A graça da Liberalidade
È o privilégio de abrir o coração e adora-Lo com nossos bens. Esta graça nos livra da avareza e pela gratidão multiplica benção em nossas vidas.
A Obra Missionária
Expandir o reino de Deus são nosso dever e privilégio. Deus nos confiou esta oportunidade que nos torna cooperadores com ele. È urgente. Deus deu o seu melhor e não podemos nos omitir. È a razão de estarmos aqui.
O Serviço com os Pobres
Sempre o teremos por perto. Toda vez que servimos a alguns destes pequeninos serviremos ao Senhor Jesus ““... a mim o fizeste’’.
A Volta de Jesus
Nossa esperança está na Sua volta gloriosa. Que sempre estejamos preparados para este Dia glorioso, pois está perto!
Reafirmando Nossos Valores
A fé cristã compõe-se de valores que não podemos negligenciar. O adversário procura de forma sutil diminuí-los ou enfraquecer estes princípios eternos que mantém firme a nossa fé e precisamos fortalecer:
A autoridade das Escrituras Sagradas
Estamos firmados não em idéias humanas. A Palavra do Senhor é nosso alimento diário e somente seus princípios devem nortear a nossa vida.
O Reino de Deus
Deus é o soberano do universo e seu trono é santo e elevado. Todo joelho se prostrará diante do Senhor Jesus. Vivemos aqui para adorá-Lo e servi-Lo. Só a Ele devemos obediência irrestrita. O reino de Deus é maior que todos os reinos humanos.
A Mensagem da Cruz
Este deve ser o cerne da nossa pregação. Nela Jesus, o Filho de Deus, pagou os nossos pecados e Seu precioso sangue foi derramado pra salvar-nos. Se houvesse outra forma de salvação, o Senhor não precisaria ter morrido sobre ela. Só Jesus Cristo salva! Precisamos levar a nossa cruz, pela Sua cruz crucificar o pecado.
O Chamado à Santidade
Não é uma opção, é uma ordem de Deus ao seu povo. A santidade deve ser crescente e buscada incessantemente por cada cristão. È a única maneira de permanecemos na Sua presença e sem ela não podemos ver o Senhor.
O Batismo do Espírito
È por meio deste batismo que somos purificados da natureza carnal, conduzidos a um estado de santa devoção a Deus e capacidade com o poder de servi-Lo. Este batismo e evidenciado pelo fruto do Espírito Santo em nossas vidas.
A Vida de Oração
O Senhor Jesus é nosso exemplo de oração. Necessitamos diariamente da comunhão com o Pai, pedirmos e recebemos as Suas promessas. È o segredo de uma vida vitoriosa.
A graça da Liberalidade
È o privilégio de abrir o coração e adora-Lo com nossos bens. Esta graça nos livra da avareza e pela gratidão multiplica benção em nossas vidas.
A Obra Missionária
Expandir o reino de Deus são nosso dever e privilégio. Deus nos confiou esta oportunidade que nos torna cooperadores com ele. È urgente. Deus deu o seu melhor e não podemos nos omitir. È a razão de estarmos aqui.
O Serviço com os Pobres
Sempre o teremos por perto. Toda vez que servimos a alguns destes pequeninos serviremos ao Senhor Jesus ““... a mim o fizeste’’.
A Volta de Jesus
Nossa esperança está na Sua volta gloriosa. Que sempre estejamos preparados para este Dia glorioso, pois está perto!
A fé cristã compõe-se de valores que não podemos negligenciar. O adversário procura de forma sutil diminuí-los ou enfraquecer estes princípios eternos que mantém firme a nossa fé e precisamos fortalecer:
A autoridade das Escrituras Sagradas
Estamos firmados não em idéias humanas. A Palavra do Senhor é nosso alimento diário e somente seus princípios devem nortear a nossa vida.
O Reino de Deus
Deus é o soberano do universo e seu trono é santo e elevado. Todo joelho se prostrará diante do Senhor Jesus. Vivemos aqui para adorá-Lo e servi-Lo. Só a Ele devemos obediência irrestrita. O reino de Deus é maior que todos os reinos humanos.
A Mensagem da Cruz
Este deve ser o cerne da nossa pregação. Nela Jesus, o Filho de Deus, pagou os nossos pecados e Seu precioso sangue foi derramado pra salvar-nos. Se houvesse outra forma de salvação, o Senhor não precisaria ter morrido sobre ela. Só Jesus Cristo salva! Precisamos levar a nossa cruz, pela Sua cruz crucificar o pecado.
O Chamado à Santidade
Não é uma opção, é uma ordem de Deus ao seu povo. A santidade deve ser crescente e buscada incessantemente por cada cristão. È a única maneira de permanecemos na Sua presença e sem ela não podemos ver o Senhor.
O Batismo do Espírito
È por meio deste batismo que somos purificados da natureza carnal, conduzidos a um estado de santa devoção a Deus e capacidade com o poder de servi-Lo. Este batismo e evidenciado pelo fruto do Espírito Santo em nossas vidas.
A Vida de Oração
O Senhor Jesus é nosso exemplo de oração. Necessitamos diariamente da comunhão com o Pai, pedirmos e recebemos as Suas promessas. È o segredo de uma vida vitoriosa.
A graça da Liberalidade
È o privilégio de abrir o coração e adora-Lo com nossos bens. Esta graça nos livra da avareza e pela gratidão multiplica benção em nossas vidas.
A Obra Missionária
Expandir o reino de Deus são nosso dever e privilégio. Deus nos confiou esta oportunidade que nos torna cooperadores com ele. È urgente. Deus deu o seu melhor e não podemos nos omitir. È a razão de estarmos aqui.
O Serviço com os Pobres
Sempre o teremos por perto. Toda vez que servimos a alguns destes pequeninos serviremos ao Senhor Jesus ““... a mim o fizeste’’.
A Volta de Jesus
Nossa esperança está na Sua volta gloriosa. Que sempre estejamos preparados para este Dia glorioso, pois está perto!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Expiação de Cristo
Expiação
Definindo expiação – é a obra que Cristo realizou em vida é morte para obter nossa salvação
A – A causa da expiação
Qual foi causa última que levou Cristo a vir para este mundo e morrer pelos nossos pecados.
As Escrituras apontam para duas coisas: o amor e justiça de Deus
O amor de Deus como uma das causas da expiação é descrita na passagem mais conhecida da Bíblia: porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho único,para que todo o que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna ( Jô 3.16 )
- A justiça de Deus exigia que ele encontrasse um meio pelo qual a pena pelos nossos pecados fosse paga ( pois ele não podia aceitar-se em comunhão consigo mesmo a menos que a penalidade fosse paga), essas razões Paulo explica em Rm 3.25.
B – A necessidade de expiação
Havia alguma outra maneira de Deus salvar os seres humanos além de enviar seu Filho para morrer em nosso lugar
Deus não tinha necessidade de salvar ninguém ( Ele não poupou anjos quando pecaram, ante precipitando-os no inferno, os entregou a abismo de trevas, reservando-os para juízo 2Pe 2.4)
Jesus sempre orou conforme a vontade do Pai Mt 26.39 dessa forma essa oração parece mostrar que não era possível para Jesus evitar a morte na cruz .
Em Lucas 24-26 Jesus disse algo semelhante depois da sua ressurreição.
Em Rm 3 Paulo diz que para Deus ser justo e ainda assim salvar as pessoas precisava enviar Cristo para receber o castigo pelos pecados.
Hb 2.17 enfatiza que Cristo tinha que sofrer pelos nossos pecados.
Hb 10.4 argumenta que por ser impossível que sangue de touros e de bodes remova pecados
Do povo.
Hb 9.23 exige um sacrifício maior
C – A natureza da expiação
Dois aspectos da obra de Cristo
1 – A obediência de Cristo por nós, pela qual obedeceu às exigências da lei em nosso lugar e foi perfeitamente obediente à vontade de Deus Pai como nosso representante.
Se Cristo tivesse conseguido só o perdão dos pecados por nós, não mereceríamos o céu. Nossa culpa teria sido removida, mas estaríamos simplesmente na posição de Adão e Eva antes de terem feita coisas boas e más.
Por essa razão, Cristo tinha de viver uma vida de perfeita obediência a Deus a fim de que pudesse obter a justiça por nós. De modo que o mérito de sua perfeita obediência fosse contado em nosso favor. Fp 3.9, IÇO 1.30, Rm 5.19
2 – Os sofrimentos de Cristo por nós pelo quais recebeu o castigo pelos nosso pecados e, em conseqüência, morreu pelos nossos pecados
Além de obedecer à lei de modo perfeito por toda a sua vida em nosso favor, Cristo tomou também sobre si mesmo os sofrimentos necessários para pagar a penalidade pelos nosso pecados.
A- Sofrimento por toda vida
Mt 4.1-11 no deserto
Hb 12.3-4 oposição dos judeus
Jô 11.35 sofrimento na alma amigo intimo
B – A dor de cruz
Mt 26.38 a minha alma esta profundamente triste até a morte.
1 –Dor física e morte
2 – A dor de carregar o pecado
Jesus odiava o pecado com to o seu ser
Is 53.12 levou sobre si nosso pecados
Jô 1.29 João Batista disse o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
2Co 5.21 Paulo diz : se fez pecado por nós
Gl 3.13 se tornou maldição por nós
3 – Abandono
Mt26.56 os discípulos todos deixando-o fugiram
Mt 27.46 Deus meu Deus meu por mim desamparaste
4 – a dor de suportar a ira de Deus
Romanos 25 nos diz que Deus propôs como PROPICIAÇÃO palavra que significa( sacrifício que sofre a ira de Deus até o fim, dessa maneira transforma a ira de Deus contra nós em favor.Hb 2.17. IJo 2.2 e 4.10
E importante insistir no fato da propiciação porque ela é o coração da doutrina da expiação.
Significa que na santidade e na justiça de Deus há uma exigência eterna e imitável de que o pecado seja pago
Definindo expiação – é a obra que Cristo realizou em vida é morte para obter nossa salvação
A – A causa da expiação
Qual foi causa última que levou Cristo a vir para este mundo e morrer pelos nossos pecados.
As Escrituras apontam para duas coisas: o amor e justiça de Deus
O amor de Deus como uma das causas da expiação é descrita na passagem mais conhecida da Bíblia: porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho único,para que todo o que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna ( Jô 3.16 )
- A justiça de Deus exigia que ele encontrasse um meio pelo qual a pena pelos nossos pecados fosse paga ( pois ele não podia aceitar-se em comunhão consigo mesmo a menos que a penalidade fosse paga), essas razões Paulo explica em Rm 3.25.
B – A necessidade de expiação
Havia alguma outra maneira de Deus salvar os seres humanos além de enviar seu Filho para morrer em nosso lugar
Deus não tinha necessidade de salvar ninguém ( Ele não poupou anjos quando pecaram, ante precipitando-os no inferno, os entregou a abismo de trevas, reservando-os para juízo 2Pe 2.4)
Jesus sempre orou conforme a vontade do Pai Mt 26.39 dessa forma essa oração parece mostrar que não era possível para Jesus evitar a morte na cruz .
Em Lucas 24-26 Jesus disse algo semelhante depois da sua ressurreição.
Em Rm 3 Paulo diz que para Deus ser justo e ainda assim salvar as pessoas precisava enviar Cristo para receber o castigo pelos pecados.
Hb 2.17 enfatiza que Cristo tinha que sofrer pelos nossos pecados.
Hb 10.4 argumenta que por ser impossível que sangue de touros e de bodes remova pecados
Do povo.
Hb 9.23 exige um sacrifício maior
C – A natureza da expiação
Dois aspectos da obra de Cristo
1 – A obediência de Cristo por nós, pela qual obedeceu às exigências da lei em nosso lugar e foi perfeitamente obediente à vontade de Deus Pai como nosso representante.
Se Cristo tivesse conseguido só o perdão dos pecados por nós, não mereceríamos o céu. Nossa culpa teria sido removida, mas estaríamos simplesmente na posição de Adão e Eva antes de terem feita coisas boas e más.
Por essa razão, Cristo tinha de viver uma vida de perfeita obediência a Deus a fim de que pudesse obter a justiça por nós. De modo que o mérito de sua perfeita obediência fosse contado em nosso favor. Fp 3.9, IÇO 1.30, Rm 5.19
2 – Os sofrimentos de Cristo por nós pelo quais recebeu o castigo pelos nosso pecados e, em conseqüência, morreu pelos nossos pecados
Além de obedecer à lei de modo perfeito por toda a sua vida em nosso favor, Cristo tomou também sobre si mesmo os sofrimentos necessários para pagar a penalidade pelos nosso pecados.
A- Sofrimento por toda vida
Mt 4.1-11 no deserto
Hb 12.3-4 oposição dos judeus
Jô 11.35 sofrimento na alma amigo intimo
B – A dor de cruz
Mt 26.38 a minha alma esta profundamente triste até a morte.
1 –Dor física e morte
2 – A dor de carregar o pecado
Jesus odiava o pecado com to o seu ser
Is 53.12 levou sobre si nosso pecados
Jô 1.29 João Batista disse o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
2Co 5.21 Paulo diz : se fez pecado por nós
Gl 3.13 se tornou maldição por nós
3 – Abandono
Mt26.56 os discípulos todos deixando-o fugiram
Mt 27.46 Deus meu Deus meu por mim desamparaste
4 – a dor de suportar a ira de Deus
Romanos 25 nos diz que Deus propôs como PROPICIAÇÃO palavra que significa( sacrifício que sofre a ira de Deus até o fim, dessa maneira transforma a ira de Deus contra nós em favor.Hb 2.17. IJo 2.2 e 4.10
E importante insistir no fato da propiciação porque ela é o coração da doutrina da expiação.
Significa que na santidade e na justiça de Deus há uma exigência eterna e imitável de que o pecado seja pago
quinta-feira, 8 de julho de 2010
FALTA DE ESPIRITUALIDADE
I Co.3:1-9 e 4.14-21
“E a Igreja vai bem ?” A resposta para esta pergunta depende fundamentalmente da espiritualidade evidênciada pelos membros da Igreja. Mas o que é espiritualidade ? A espiritualidade cristã é uma expressão de devoção, que envolve o cristão em todas as dimensões de sua vida na relação consigo próprio, com Deus e com o próximo, determinando positivamente a maneira de pensar, falar e agir, enfim, de ser e de viver.
Através da confissão, do louvor, da adoração, da meditação, do Jejum, da oração e de outras atitudes e práticas cristãs, o crente exercita a sua espiritualidade.
Quando há espiritualidade a Igreja vai bem; quando não há, vai muito mal.
I) A FALTA DE ESPIRITUALIDADE É DEMONSTRADA ATRAVÉS DE ATITUDES MESQUINHAS. Estas atitudes são:
1. Ciúmes e
2. Contendas,
3. Disputas Partidárias,
4. Deturpação do Evangelho,
5. Super-valorização da Sabedoria Humana,
6. Julgamentos Indevidos,
7. Auto - Suficiência.
II) A FALTA DE ESPIRITUALIDADE É DESASTROSA PARA A VIDA CRISTÃ.
Prejudica o crescimento pessoal na fé, prejudica a unidade comunitária, e o testemunho pessoal.
III) A FALTA DE ESPIRITUALIDADE PRECISA SER CONFRONTADA.
Não podemos ficar inertes a observar a falta de espiritualidade, ela deve ser confrontada com autoridade e amor, com o objetivo de promover a maturidade cristã.
CONCLUSÃO: Certamente, a Igreja só vai bem quando os crentes têm convicção de que a falta de espiritualidade, deve ser superada pela maturidade cristã, e por isso, a buscam
I Co.3:1-9 e 4.14-21
“E a Igreja vai bem ?” A resposta para esta pergunta depende fundamentalmente da espiritualidade evidênciada pelos membros da Igreja. Mas o que é espiritualidade ? A espiritualidade cristã é uma expressão de devoção, que envolve o cristão em todas as dimensões de sua vida na relação consigo próprio, com Deus e com o próximo, determinando positivamente a maneira de pensar, falar e agir, enfim, de ser e de viver.
Através da confissão, do louvor, da adoração, da meditação, do Jejum, da oração e de outras atitudes e práticas cristãs, o crente exercita a sua espiritualidade.
Quando há espiritualidade a Igreja vai bem; quando não há, vai muito mal.
I) A FALTA DE ESPIRITUALIDADE É DEMONSTRADA ATRAVÉS DE ATITUDES MESQUINHAS. Estas atitudes são:
1. Ciúmes e
2. Contendas,
3. Disputas Partidárias,
4. Deturpação do Evangelho,
5. Super-valorização da Sabedoria Humana,
6. Julgamentos Indevidos,
7. Auto - Suficiência.
II) A FALTA DE ESPIRITUALIDADE É DESASTROSA PARA A VIDA CRISTÃ.
Prejudica o crescimento pessoal na fé, prejudica a unidade comunitária, e o testemunho pessoal.
III) A FALTA DE ESPIRITUALIDADE PRECISA SER CONFRONTADA.
Não podemos ficar inertes a observar a falta de espiritualidade, ela deve ser confrontada com autoridade e amor, com o objetivo de promover a maturidade cristã.
CONCLUSÃO: Certamente, a Igreja só vai bem quando os crentes têm convicção de que a falta de espiritualidade, deve ser superada pela maturidade cristã, e por isso, a buscam
COMO SE PREVENIR CONTRA A DEPRESSÃO
1) Mantenha sua confiança em Deus. “Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”. (Salmo 125:1)
2) Saiba que o desânimo pode ser experimentado por todos nós. “Sei passar necessidade, e também sei ter abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”. (Fp 4:12)
3) Aprenda a lidar com o sentimento de ira e com a culpa. “Irai-vos, e não pequeis: Não se ponha o sol sobre a vossa ira, e não deis lugar ao diabo.” (Ef 4:26,27)
4) Saiba enfrentar os pensamentos negativos. “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Fp 4:8)
5) Construa relacionamentos de amizades saudáveis. “O homem que tem muitos amigos pode vir à ruína, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. (Pv 18:24)
6) Seja solidário com as pessoas que precisam de ajuda. “Ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse Jesus: Vai, e faze da mesma maneira”. (Lc 10:37)
7) Tenha uma disciplina alimentar e pratique exercícios. “Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, fazendo que se nos dêem legumes a comer e água a beber”. (Dn 1:12)
8) Procure manter o coração sempre transbordando de alegria. “Mas alegrem-se todos os que em ti confiam; exultem eternamente, porque tu os defendes. Em ti se gloriem os que amam o teu nome.”. (Sl 5:11; ler também Sl 4:7; Hc 3:17-19).
1) Mantenha sua confiança em Deus. “Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”. (Salmo 125:1)
2) Saiba que o desânimo pode ser experimentado por todos nós. “Sei passar necessidade, e também sei ter abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”. (Fp 4:12)
3) Aprenda a lidar com o sentimento de ira e com a culpa. “Irai-vos, e não pequeis: Não se ponha o sol sobre a vossa ira, e não deis lugar ao diabo.” (Ef 4:26,27)
4) Saiba enfrentar os pensamentos negativos. “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Fp 4:8)
5) Construa relacionamentos de amizades saudáveis. “O homem que tem muitos amigos pode vir à ruína, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. (Pv 18:24)
6) Seja solidário com as pessoas que precisam de ajuda. “Ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse Jesus: Vai, e faze da mesma maneira”. (Lc 10:37)
7) Tenha uma disciplina alimentar e pratique exercícios. “Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, fazendo que se nos dêem legumes a comer e água a beber”. (Dn 1:12)
8) Procure manter o coração sempre transbordando de alegria. “Mas alegrem-se todos os que em ti confiam; exultem eternamente, porque tu os defendes. Em ti se gloriem os que amam o teu nome.”. (Sl 5:11; ler também Sl 4:7; Hc 3:17-19).
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Glória de Deus
ViSÃO DE ISAÍAS
Is 6.1-8
INTRODUÇÃO:
1. A visão ocorreu no ano em que morreu o Rei Usias, (742 a.C.). Este Rei era também conhecido por Azarias, 2 Reis 14.21, "E todo o povo de Judá tomou a Azarias, que já era de dezesseis anos, e o fizeram rei em lugar de Amazias, seu pai".
2. O Reino próspero de Uzias (52 anos), produziu em Judá um espírito de segurança e de estabilidade. Talvez a experiência da morte do Rei, produziu um senso de vazio ao profeta Isaías, o que o levou ao Templo em Busca de consolo.
3. No Templo, Isaías teve uma grande visão de Deus, que culminou com sua chamada profética. Vamos percorrer as fases desta visão e aplicá-la aos nossos dias:
I - A VISÃO DA SANTIDADE DE DEUS
Vs. 2-3, "2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam. 3 E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória".
1. Estes seres (Serafins) não aparecem em nenhum outro lugar nas Escrituras. Parece que são uma classe especial de anjos, como o são os Querubins.
2. Eles declaram que Deus é Santo por três vezes. Temos aqui uma grande revelação do caráter de Deus, a sua santidade. A idéia básica de Santidade é "separação", ou seja Deus está separado e acima de sua criação.
3. Em várias outras ocasiões em sua profecia, Isaías chama Deus de "O Santo de Israel":
Vs. 1.4, "Ai, nação pecadora, povo carregado de iniqüidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao Senhor, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás".
Vs. 5.19, "E dizem: Avie-se, e acabe a sua obra, para que a vejamos; e aproxime-se e venha o conselho do Santo de Israel, para que o conheçamos".
4. Tal aspecto do caráter de Deus, O coloca acima de sua criação, separado das coisas criadas:
Sl 60.6, "Deus falou na sua santidade; eu me regozijarei, repartirei a Siquém e medirei o vale de Sucote".
Sl 77.13, "O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus?"
5. Quando Isaías viu a santidade de Deus, ele pode ver que precisava também santificar-se para ser usado no ministério profético.
II - VISÃO DA GLÓRIA DE DEUS
Vs. 3, "E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória".
1. No texto são os Serafins que estão proclamando a "Glória de Deus". Veja a expressão: "Toda a terra está cheia de sua glória". Isaías podia perceber uma pequena demonstração desta glória ali dentro do Templo. O termo "Glória de Deus", vem do termo hebraico "Shekiná". Este termo descreve a "refulgente", a "magnitude" da manifestação divina.
2. A Glória de Deus, é manifestada:
a. Na Criação, Sl 19.1, "Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos".
b. No seu Julgamento, Ez 39.21, "E eu porei a minha glória entre os
gentios e todos os gentios verão o meu juízo, que eu tiver executado, e a minha mão, que sobre elas tiver descarregado".
c. Na Redenção, Lc 2.13-14, "13 E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: 14 Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens".
3. Deus manifestou sua glória a servos especiais:
a. Moisés, Êx 3.1-5, "1 E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto, e chegou ao monte de Deus, a Horebe. 2 E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia. 3 E Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei esta grande visão, porque a sarça
não se queima. 4 E vendo o Senhor que se virava para ver, bradou Deus a ele do meio da sarça, e disse: Moisés, Moisés. Respondeu ele: Eis-me aqui. 5 E disse: Não te chegues para cá; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa".
b. Salomão, 2 Cr 7.1-3, "1 E acabando Salomão de orar, desceu o fogo do céu, e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa. 2 E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor. 3 E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre".
c. A João, Ap 1.10-17, "10 Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, 11 Que dizia: Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, e a Esmírna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodicéia. 12 E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro; 13 E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. 14 E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; 15 E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. 16 E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. 17 E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último".
4. Deus quer manifestar sua glória em nós, hoje!
III - A VISÃO DO PECADO
Vs. 5, "Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos".
1. Quando alguém contempla a glória de Deus e tem uma percepção de sua santidade, acaba vendo sua miserabilidade. Seu pecado aflora. Sua vida fica nua e patente aos olhos de Deus, Êx 33.20, "E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá".
2. Abraão, quando estava diante do Senhor, reconheceu a si mesmo, como sendo pó e cinza, Gn 18.27, "E respondeu Abraão dizendo: Eis que agora me atrevi a falar ao Senhor, ainda que sou pó e cinza".
3. Jó descreve a sua profunda consciência de culpa quando reconheceu a santidade e majestade de Deus, Jó 42.5-6, "5 Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos. 6 Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza".
4. Deus quer mostrar a você nesta noite a sua glória. Prepare-se, pois seu corpo mortal não poderá resistir.
IV - A VISÃO DA PURIFICAÇÃO
Vs. 6-7, "6 Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado".
1. Isaías não foi expulso da presença do Senhor em função de sua natureza pecaminosa. A mesma visão que lhe intensificou o sentido do seu estado pecaminoso, lhe deu a certeza de sua iniqüidade extirpada. Seu Pecado foi purificado.
2. Um daqueles Serafins tomou uma brasa viva do Altar e tocou nos seus lábios impuros, purificando-os com o fogo. O fogo é descrito na Palavra de Deus, como elemento purificador:
Nm 31.23, "Toda a coisa que pode resistir ao fogo, fareis passar pelo fogo, para que fique limpa, todavia se purificará com a água da purificação; mas tudo que não pode resistir ao fogo, fareis passar pela água".
Ml 3.1.3, "1 Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais; e o mensageiro da aliança, a quem vós desejais, eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. 2 Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. 3 E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao Senhor trarão oferta em justiça".
3. Para ser totalmente limpo, é preciso passar pelo batismo de fogo, Mt 3.11, "E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo".
V- A VISÃO DO SERVIÇO
Vs. 8, "Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim".
1. Devemos notar que o preparo para o serviço do Senhor, passa por várias fases em nossa vida cristã. Primeira precisamos estar com o Senhor, contemplar sua glória e santidade. Depois passamos pela fase do reconhecimento de que somos pecadores e precisamos ser tratados ao nível de nossos pecados. Depois vem o serviço.
2. Deus não "empurra" ninguém para a sua obra. Ele Chama: "A quem enviarei?". Sua chamada espera uma respostas: "Eis-me aqui, envia-me a mim". Porém o Senhor exige que aqueles que se engajam em sua obra, o façam com todo desprendimento possível:
Mt 4.18-22, "18 E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; 19 E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. 20 Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no. 21 E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu pai, Zebedeu, consertando as redes; 22 E chamou-os; eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no".
Mt 9.9, "E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na recebedoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu".
Lc 9.57-62, "57 E aconteceu que, indo eles pelo caminho, lhe disse um: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que fores. 58 E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. 59 E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai. 60 Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus. 61 Disse também outro: Senhor, eu te seguirei, mas deixa-me despedir primeiro dos que estão em minha casa. 62 E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus".
CONCLUSÃO
1. Deus quer lhe usar no seu serviço. Porém Ele não lhe usará na posição em que você está. É preciso que você:
a. Tenha um encontro com Deus no seu Altar e contemple sua glória e majestade,
b. Seu pecado precisa ser exposto diante dele, para ser purificado,
c. Agora você está pronto.
2. Entregue-se a Deus e esteja disposto a trabalhar para o seu serviço.
Is 6.1-8
INTRODUÇÃO:
1. A visão ocorreu no ano em que morreu o Rei Usias, (742 a.C.). Este Rei era também conhecido por Azarias, 2 Reis 14.21, "E todo o povo de Judá tomou a Azarias, que já era de dezesseis anos, e o fizeram rei em lugar de Amazias, seu pai".
2. O Reino próspero de Uzias (52 anos), produziu em Judá um espírito de segurança e de estabilidade. Talvez a experiência da morte do Rei, produziu um senso de vazio ao profeta Isaías, o que o levou ao Templo em Busca de consolo.
3. No Templo, Isaías teve uma grande visão de Deus, que culminou com sua chamada profética. Vamos percorrer as fases desta visão e aplicá-la aos nossos dias:
I - A VISÃO DA SANTIDADE DE DEUS
Vs. 2-3, "2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam. 3 E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória".
1. Estes seres (Serafins) não aparecem em nenhum outro lugar nas Escrituras. Parece que são uma classe especial de anjos, como o são os Querubins.
2. Eles declaram que Deus é Santo por três vezes. Temos aqui uma grande revelação do caráter de Deus, a sua santidade. A idéia básica de Santidade é "separação", ou seja Deus está separado e acima de sua criação.
3. Em várias outras ocasiões em sua profecia, Isaías chama Deus de "O Santo de Israel":
Vs. 1.4, "Ai, nação pecadora, povo carregado de iniqüidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao Senhor, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás".
Vs. 5.19, "E dizem: Avie-se, e acabe a sua obra, para que a vejamos; e aproxime-se e venha o conselho do Santo de Israel, para que o conheçamos".
4. Tal aspecto do caráter de Deus, O coloca acima de sua criação, separado das coisas criadas:
Sl 60.6, "Deus falou na sua santidade; eu me regozijarei, repartirei a Siquém e medirei o vale de Sucote".
Sl 77.13, "O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus?"
5. Quando Isaías viu a santidade de Deus, ele pode ver que precisava também santificar-se para ser usado no ministério profético.
II - VISÃO DA GLÓRIA DE DEUS
Vs. 3, "E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória".
1. No texto são os Serafins que estão proclamando a "Glória de Deus". Veja a expressão: "Toda a terra está cheia de sua glória". Isaías podia perceber uma pequena demonstração desta glória ali dentro do Templo. O termo "Glória de Deus", vem do termo hebraico "Shekiná". Este termo descreve a "refulgente", a "magnitude" da manifestação divina.
2. A Glória de Deus, é manifestada:
a. Na Criação, Sl 19.1, "Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos".
b. No seu Julgamento, Ez 39.21, "E eu porei a minha glória entre os
gentios e todos os gentios verão o meu juízo, que eu tiver executado, e a minha mão, que sobre elas tiver descarregado".
c. Na Redenção, Lc 2.13-14, "13 E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo: 14 Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens".
3. Deus manifestou sua glória a servos especiais:
a. Moisés, Êx 3.1-5, "1 E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto, e chegou ao monte de Deus, a Horebe. 2 E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia. 3 E Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei esta grande visão, porque a sarça
não se queima. 4 E vendo o Senhor que se virava para ver, bradou Deus a ele do meio da sarça, e disse: Moisés, Moisés. Respondeu ele: Eis-me aqui. 5 E disse: Não te chegues para cá; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa".
b. Salomão, 2 Cr 7.1-3, "1 E acabando Salomão de orar, desceu o fogo do céu, e consumiu o holocausto e os sacrifícios; e a glória do Senhor encheu a casa. 2 E os sacerdotes não podiam entrar na casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor. 3 E todos os filhos de Israel vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre".
c. A João, Ap 1.10-17, "10 Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, 11 Que dizia: Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro; e o que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, e a Esmírna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodicéia. 12 E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro; 13 E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. 14 E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; 15 E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. 16 E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. 17 E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último".
4. Deus quer manifestar sua glória em nós, hoje!
III - A VISÃO DO PECADO
Vs. 5, "Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos".
1. Quando alguém contempla a glória de Deus e tem uma percepção de sua santidade, acaba vendo sua miserabilidade. Seu pecado aflora. Sua vida fica nua e patente aos olhos de Deus, Êx 33.20, "E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá".
2. Abraão, quando estava diante do Senhor, reconheceu a si mesmo, como sendo pó e cinza, Gn 18.27, "E respondeu Abraão dizendo: Eis que agora me atrevi a falar ao Senhor, ainda que sou pó e cinza".
3. Jó descreve a sua profunda consciência de culpa quando reconheceu a santidade e majestade de Deus, Jó 42.5-6, "5 Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos. 6 Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza".
4. Deus quer mostrar a você nesta noite a sua glória. Prepare-se, pois seu corpo mortal não poderá resistir.
IV - A VISÃO DA PURIFICAÇÃO
Vs. 6-7, "6 Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado".
1. Isaías não foi expulso da presença do Senhor em função de sua natureza pecaminosa. A mesma visão que lhe intensificou o sentido do seu estado pecaminoso, lhe deu a certeza de sua iniqüidade extirpada. Seu Pecado foi purificado.
2. Um daqueles Serafins tomou uma brasa viva do Altar e tocou nos seus lábios impuros, purificando-os com o fogo. O fogo é descrito na Palavra de Deus, como elemento purificador:
Nm 31.23, "Toda a coisa que pode resistir ao fogo, fareis passar pelo fogo, para que fique limpa, todavia se purificará com a água da purificação; mas tudo que não pode resistir ao fogo, fareis passar pela água".
Ml 3.1.3, "1 Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais; e o mensageiro da aliança, a quem vós desejais, eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. 2 Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. 3 E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao Senhor trarão oferta em justiça".
3. Para ser totalmente limpo, é preciso passar pelo batismo de fogo, Mt 3.11, "E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo".
V- A VISÃO DO SERVIÇO
Vs. 8, "Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim".
1. Devemos notar que o preparo para o serviço do Senhor, passa por várias fases em nossa vida cristã. Primeira precisamos estar com o Senhor, contemplar sua glória e santidade. Depois passamos pela fase do reconhecimento de que somos pecadores e precisamos ser tratados ao nível de nossos pecados. Depois vem o serviço.
2. Deus não "empurra" ninguém para a sua obra. Ele Chama: "A quem enviarei?". Sua chamada espera uma respostas: "Eis-me aqui, envia-me a mim". Porém o Senhor exige que aqueles que se engajam em sua obra, o façam com todo desprendimento possível:
Mt 4.18-22, "18 E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; 19 E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. 20 Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no. 21 E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu pai, Zebedeu, consertando as redes; 22 E chamou-os; eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no".
Mt 9.9, "E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na recebedoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu".
Lc 9.57-62, "57 E aconteceu que, indo eles pelo caminho, lhe disse um: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que fores. 58 E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. 59 E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai. 60 Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus. 61 Disse também outro: Senhor, eu te seguirei, mas deixa-me despedir primeiro dos que estão em minha casa. 62 E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus".
CONCLUSÃO
1. Deus quer lhe usar no seu serviço. Porém Ele não lhe usará na posição em que você está. É preciso que você:
a. Tenha um encontro com Deus no seu Altar e contemple sua glória e majestade,
b. Seu pecado precisa ser exposto diante dele, para ser purificado,
c. Agora você está pronto.
2. Entregue-se a Deus e esteja disposto a trabalhar para o seu serviço.
depresão previna-se
COMO SE PREVENIR CONTRA A DEPRESSÃO
1) Mantenha sua confiança em Deus. “Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”. (Salmo 125:1)
2) Saiba que o desânimo pode ser experimentado por todos nós. “Sei passar necessidade, e também sei ter abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”. (Fp 4:12)
3) Aprenda a lidar com o sentimento de ira e com a culpa. “Irai-vos, e não pequeis: Não se ponha o sol sobre a vossa ira, e não deis lugar ao diabo.” (Ef 4:26,27)
4) Saiba enfrentar os pensamentos negativos. “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Fp 4:8)
5) Construa relacionamentos de amizades saudáveis. “O homem que tem muitos amigos pode vir à ruína, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. (Pv 18:24)
6) Seja solidário com as pessoas que precisam de ajuda. “Ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse Jesus: Vai, e faze da mesma maneira”. (Lc 10:37)
7) Tenha uma disciplina alimentar e pratique exercícios. “Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, fazendo que se nos dêem legumes a comer e água a beber”. (Dn 1:12)
8) Procure manter o coração sempre transbordando de alegria. “Mas alegrem-se todos os que em ti confiam; exultem eternamente, porque tu os defendes. Em ti se gloriem os que amam o teu nome.”. (Sl 5:11; ler também Sl 4:7; Hc 3:17-19).
1) Mantenha sua confiança em Deus. “Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”. (Salmo 125:1)
2) Saiba que o desânimo pode ser experimentado por todos nós. “Sei passar necessidade, e também sei ter abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”. (Fp 4:12)
3) Aprenda a lidar com o sentimento de ira e com a culpa. “Irai-vos, e não pequeis: Não se ponha o sol sobre a vossa ira, e não deis lugar ao diabo.” (Ef 4:26,27)
4) Saiba enfrentar os pensamentos negativos. “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Fp 4:8)
5) Construa relacionamentos de amizades saudáveis. “O homem que tem muitos amigos pode vir à ruína, mas há um amigo mais chegado do que um irmão”. (Pv 18:24)
6) Seja solidário com as pessoas que precisam de ajuda. “Ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse Jesus: Vai, e faze da mesma maneira”. (Lc 10:37)
7) Tenha uma disciplina alimentar e pratique exercícios. “Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, fazendo que se nos dêem legumes a comer e água a beber”. (Dn 1:12)
8) Procure manter o coração sempre transbordando de alegria. “Mas alegrem-se todos os que em ti confiam; exultem eternamente, porque tu os defendes. Em ti se gloriem os que amam o teu nome.”. (Sl 5:11; ler também Sl 4:7; Hc 3:17-19).
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Como bater, pedir e buscar
Como bater, pedir e buscar
Texto – Mateus 7.7-11
Int- Luc. 18-2 Havia em uma cidade certo juiz que não
No dicionário a palavra pedir significa: Rogar que conceda, suplicar, requerer etc.
Jesus nos ensina que devemos pedir algo quando necessitamos mais ele nos alertar que devemos persistir em buscar de Deus.
1 - Porque muitas vezes não recebemos aquilo que desejamos? Tg 4.1-7
A – não pedimos
B – pedimos as coisas erradas ou por motivos errados
C – Não sabemos pedir. Rm 8.26 porque não sabemos o que havemos de pedir como convém mas o Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Alguns requisitos necessários para Jesus atender nossos pedidos- João 15
1 – Permanecer nele. Jo. 15.7- se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecei em vos pedirei o que quiser e ele vos concedera
2 – Guardar seus mandamentos. Jo. 15.10 / 1Jo3.22
3 – Fazer tudo segundo sua vontade. Jo. 15.14
4 – Devemos ter confiança nele. 1Jo.5.14 – esta é a confiança que temos nele que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade ele nos ouve.
Conclusão
Ef 3.20 – Aquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos segundo o poder que opera em nós.
Texto – Mateus 7.7-11
Int- Luc. 18-2 Havia em uma cidade certo juiz que não
No dicionário a palavra pedir significa: Rogar que conceda, suplicar, requerer etc.
Jesus nos ensina que devemos pedir algo quando necessitamos mais ele nos alertar que devemos persistir em buscar de Deus.
1 - Porque muitas vezes não recebemos aquilo que desejamos? Tg 4.1-7
A – não pedimos
B – pedimos as coisas erradas ou por motivos errados
C – Não sabemos pedir. Rm 8.26 porque não sabemos o que havemos de pedir como convém mas o Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Alguns requisitos necessários para Jesus atender nossos pedidos- João 15
1 – Permanecer nele. Jo. 15.7- se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecei em vos pedirei o que quiser e ele vos concedera
2 – Guardar seus mandamentos. Jo. 15.10 / 1Jo3.22
3 – Fazer tudo segundo sua vontade. Jo. 15.14
4 – Devemos ter confiança nele. 1Jo.5.14 – esta é a confiança que temos nele que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade ele nos ouve.
Conclusão
Ef 3.20 – Aquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos segundo o poder que opera em nós.
As carências humanas
As carências humanas
Texto Mc 6.30-44
A essência desse texto está na s carências humanas
Carência-( falta ,ausência,privação,necessidade,pricisão)
Int- Adão estava si no Eder mais tinha papos profundos com Deus
Por mais que sejamos espirituais temos carências humanas
Deus conhece nossas necessidades (não é bom que o homem esteja sozinho}
1 – Necessidades . v 30-31 – Carência emocional todo ser humano precisa de descanso
Vinde a mim todos vos que estais cansado e sobrecarregado
O pior cansaço não é o físico mais o MENTAL
2 - Necessidade. V34 – Necessidade de afirmação
Viu uma grande multidão e teve compaixão DELES (a multidão andava p um lado e outro sem saber o que fazer , Deus ver cada um individual)
3 – Necessidade . V35-36 materiais ( Deus sabe que vc precisa mais que pão e água )
4 – Necessidade. V40-41 – Jesus só pode multiplicar o que dar na mão dele.
Texto Mc 6.30-44
A essência desse texto está na s carências humanas
Carência-( falta ,ausência,privação,necessidade,pricisão)
Int- Adão estava si no Eder mais tinha papos profundos com Deus
Por mais que sejamos espirituais temos carências humanas
Deus conhece nossas necessidades (não é bom que o homem esteja sozinho}
1 – Necessidades . v 30-31 – Carência emocional todo ser humano precisa de descanso
Vinde a mim todos vos que estais cansado e sobrecarregado
O pior cansaço não é o físico mais o MENTAL
2 - Necessidade. V34 – Necessidade de afirmação
Viu uma grande multidão e teve compaixão DELES (a multidão andava p um lado e outro sem saber o que fazer , Deus ver cada um individual)
3 – Necessidade . V35-36 materiais ( Deus sabe que vc precisa mais que pão e água )
4 – Necessidade. V40-41 – Jesus só pode multiplicar o que dar na mão dele.
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